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Os Órgãos municipais e estaduais são obrigados a realizar pregão eletrônico tratando-se de recursos do SUS?

Sabemos da obrigatoriedade do pregão eletrônico para compras FEDERAIS. Entretanto a dúvida surge quando se trata de estados e municípios, sendo assim perguntamos: É OBRIGATORIO A REALIZAÇÃO DE PREGAO ELETRONICO, QUANDO SE TRATA DE RECURSOS DO SUS, PARA MUNICIPIOS E ESTADOS? Ou é facultado a realização de pregão presencial? ”          

Uma empresa pode alterar o valor referenciado no SINAPI?

Participando de uma Licitação a empresa melhor classificada utilizou o código do SINAPI que é um índice oficial (CEF), porém ao invés de utilizar o valor referenciado no sinapi, simplesmente o modificou, alterando o valor oficial.  Alguns órgão consideram isso falsidade ideológica, com desclassificação sumária da proposta, pois caso se

Como comprovar a qualificação econômica financeira?

Na comprovação de boa situação financeira é solicitado índices do balanço tais como: liquidez geral, corrente, etc. Como atualizar os índices tendo em vista que é vedado a substituição por balancetes ou balanços provisórios, porém pode ser atualizados por índices oficiais. Quais seriam esses “índices oficiais”? Em Pregão Eletrônico realizado

Câmara Federal debate criação de lei de licitações modernizada

10 de Março de 2018 Foi criada nesta semana uma comissão na Câmara dos Deputados para analisar mudança profunda na Lei 8.666, de 1993, a chamada Lei das Licitações, legislação alvo de críticas de gestores públicos pelo excesso de burocracia e falta de modernização. A ideia do projeto, registrado pelo

13 de Março de 2018

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta terça-feira (13) 20 mandados de prisão temporária e 26 de busca e apreensão no âmbito da Operação 14 Bis, que investiga a atuação de gestores e empresas que se uniram para fraudar licitações e contratos no Campus Cornélio Procópio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR-CP).

As investigações da PF apontaram irregularidades em contratos celebrados entre a UTFPR-CP e empresas que prestaram serviços de manutenção predial, manutenção de ar-condicionado, manutenção de veículos, fornecimento de materiais de construção e serviços de reprografia. Há indícios de irregularidades de cerca de R$ 5,7 milhões.

Entre as suspeitas estão obtenção de informação privilegiada, formação de grupo econômico, uso de documento potencialmente falso ou insuficiente para selo de capacidade técnica, pagamentos superiores aos valores contratados, superfaturamento, sobrepreço, frustração de concorrência, suspeita de pagamento de materiais não recebidos ou desviados, entre outros.

De acordo com a PF, a UTFPR recebeu uma denúncia relativa aos fatos apurados e adotou medidas em âmbito administrativo para investigar os contratos. As auditorias resultaram na demissão de dois servidores envolvidos nas fraudes, mediante Processos Administrativos Disciplinares.

Os suspeitos serão conduzidos à Delegacia de Polícia Federal em Londrina e poderão responder pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa e crimes contra o processo licitatório.

A operação

A Operação 14 Bis, alusão à empresa criada para facilitar os desvios, acontece em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), Controladoria Geral da União (CGU) e Receita Federal. As ações ocorrem nas cidades de Uraí, Cornélio Procópio, Nova América da Colina e Maringá, todas no Paraná.

Fonte: Tribuna PR

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