RHS Licitações

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O vencedor de uma licitação pode enviar os documentos em duas remessas?

Participei de um pregão em que a empresa enviou os documentos via anexo conforme solicitado pelo pregoeiro, no dia seguinte o pregoeiro solicitou o atestado de vistoria ou declaração de conhecimento. O pregoeiro pode fazer isso? A licitante não teria que ter enviado na primeira solicitação dos documentos?

Após a empresa ser declarada vencedora, o pregoeiro pode solicitar documentos que não constavam no edital?

Vencemos uma licitação e no momento da habilitação, o pregoeiro pediu algumas declarações que não constavam no Edital, ou seja, “Declaração escrita de próprio punho que o preço ofertado era exequível e a promessa que o material seria entregue.” “Atestado de capacidade técnica com firma reconhecida e notas fiscais para provar a entrega, inclusive questionando a data do atestado(2016).” Isso é correto? O pregoeiro pode pedir isso?

Uma empresa pode ser inabilitada por haver um erro na planilha específica do BDI?

Participamos de uma concorrência, e apesar de termos sido vencedores do certame, um de nossos concorrentes quer nos inabilitar, pois houve falha nossa no preenchimento da Planilha específica do BDI. Questionamos se este equívoco é motivo de nossa inabilitação, principalmente por sermos EPP, bem como, também fomos induzidos ao erro, pois se o preenchimento da planilha deveria ser 0,00%, tal item não deveria sequer existir. Também informamos que no edital não havia planilha de BDI como referência em PDF.

Seis empresas participam da licitação para reformar presídio da Máxima

15 de Janeiro de 2018 Seis empresas deram lances na última sexta-feira (12) durante a tomada de preços da licitação para a reforma do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho – o presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. Conforme a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), a previsão é

16 de Janeiro de 2018

A Prefeitura de Catanduva desistiu de realizar festa de rua para o Carnaval de 2018. A decisão da comissão responsável por avaliar as propostas se deu na manhã de segunda-feira, dia 15, depois da sessão pública de abertura de propostas das empresas interessadas em realizar a festa.

Essa foi a segunda licitação aberta pela Prefeitura com o objetivo de contratar empresa que realizasse a festa. Nas duas ocasiões teve apenas uma empresa interessada, a Águia Negócios e Participações LTDA. ME, de Pindorama. A justificativa para não homologação do resultado, porém, foi a falta de tempo para organização do evento.

“A Prefeitura de Catanduva informa que apenas uma empresa apresentou proposta, mas, em função do tempo exíguo para organização da festa popular, a licitação não será homologada”, explicou a assessoria de comunicação da Prefeitura. O pedido de entrevista do Jornal O Regional foi negado. De acordo com informações levantadas pela reportagem, o despacho que decidiu não homologar o resultado da licitação para o Carnaval de 2018, também determinou a revisão do edital para nova licitação para a festa de 2019. Os envelopes de preço da única empresa interessada não chegaram a ser abertos.

A primeira licitação foi aberta em outubro de 2017. De acordo com o edital as empresas que participassem da licitação deveriam apresentar propostas de preços por metro quadrado de espaço disponibilizado para cada noite, com preço mínimo de R$ 0,50 por metro quadrado. A vencedora seria a que pagasse maior valor, mas ficaria obrigada a cobrar dos foliões o valor máximo de R$ 10,00 pela entrada. 15 dias depois a Prefeitura alterou o edital para suprimir a cláusula que fixava o valor do ingresso com a justificativa de que limitaria o interesse das empresas em participar da licitação.

Em dezembro outra licitação foi aberta depois de apenas uma empresa se interessar pela primeira disputa. No mesmo mês o prefeito Afonso Macchione Neto (PSB) já admitia que o modelo de terceirização do evento poderia não funcionar para este ano.

Antes de abrir as licitações, o prefeito já tinha falado sobre a intenção de terceirizar grandes eventos do Município. Sobre o Carnaval, ao abrir a licitação, o chefe do Poder Executivo justificou que entende a terceirização como profissionalização do evento para o “renascimento” do evento.

Fonte: O Regional

 

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