18 de Outubro de 2016 A prefeitura de Porto Velho abriu a licitação para contratação definitiva de uma empresa de transporte público coletivo para a capital. De acordo com a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito as propostas das empresas que se candidatarem serão analisadas em novembro e até dezembro
19 de Outubro de 2016 As idas e vindas da licitação para definir as empresas responsáveis pelas refeições dos hospitais públicos ainda causam indigestão ao governo local. Um parecer do Ministério Público de Contas (MPC-DF) recomenda a anulação do Pregão Eletrônico 314/2015. O documento a que o Metrópoles teve acesso
18 de Outubro de 2016 A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Cuiabá (SMSU) foi liberada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) para dar procedimento licitatório à concessão administrativa, por meio de Parceria Público Privada (PPP) para modernização, expansão, operação e manutenção da Iluminação Pública de Cuiabá, com prazo
Fomos impedidos pelo presidente da comissão de licitação de participar do certame, pois o horário do início do mesmo era as 09h00 e chegamos as 9h06. Gostaria de saber se a lei diz algo sobre uma margem de tempo que a comissão precisa esperar para dar início ao certame.
Em um pregão em que 4 empresas participaram 3 colocaram o valor global inicial abaixo do estimado. A empresa que venceu foi desclassificada por inexequibilidade, e as outras 3 foram desclassificada. O pregoeiro, então, chamou a 4ª empresa que havia dado o valor inicial acima do estimado e que não deu lances na disputa. Isso é permitido?
Participamos de uma licitação cujo edital solicitava acervo/atestado técnico com certo quantitativo. A comissão nos inabilitou por termos apresentado atestado com o quantitativo abaixo do exigido no edital. (apresentamos cerca da metade exigida). Está correta essa inabilitação?
Impedimento de 30 dias para participar de Licitação Federal, vale também para dispensa de licitação? E nesse caso, estamos impedidos de participar de compras em todos os Estados, ou somente de compras federais?
Temos interesse em participar de uma licitação em um município para aquisição de material de expediente e escolar. Ocorre que no edital está previsto que apenas poderá participar do processo, empresas com sede no município, ou seja, para as papelarias locais. É legal este processo, mesmo com lei e decreto municipal? Caso seja passivo de impugnação, solicitamos modelo para tal.
11 de Outubro de 2016 Com vistas a atrair novas empresas e, consequentemente, fomentar a geração de emprego e renda em Nova Olímpia, a Prefeitura de Nova Olímpia, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços, abre novo processo licitatório para a comercialização de centenas de
06 de Outubro de 2016 A prefeitura de Salvador lança até o final deste mês a licitação das empresas que vão a operar os serviços relacionados à coleta e destinação do lixo (ou resíduos sólidos) da capital. A concessão valerá por 20 anos e terá licitação na modalidade menor preço
06 de Outubro de 2016
A prefeitura de Salvador lança até o final deste mês a licitação das empresas que vão a operar os serviços relacionados à coleta e destinação do lixo (ou resíduos sólidos) da capital. A concessão valerá por 20 anos e terá licitação na modalidade menor preço e melhor técnica.
Segundo Orlando Santos, subsecretário da Semop-Secretaria Municipal de Ordem Pública, o edital do novo modelo do processo licitatório está passando por ajustes e ainda depende de parecer da Procuradoria do Município, a partir de demandas apresentadas pelo MPE-Ministério Público do Estado. As orientações do MPE referem-se à inclusão social de catadores de lixo, logística reversa de materiais como pilhas e baterias, coleta nas áreas de saúde e construção civil, além da reversão do passivo ambiental de Canabrava, antigo aterro sanitário de Salvador.
Há 20 anos sob o mesmo modelo de terceirização, o setor é gerido por empresas que assinaram um contrato em 2010, na gestão do ex-prefeito João Henrique, com validade de um ano. Atualmente, quatro empresas são responsáveis pela coleta: Revita Engenharia – responsável por 60% da coleta; Viva Ambiental (10%); Jotagê Engenharia (15%) e Torre Empreendimentos Rural e Construção (15%). Juntas, elas formam o consórcio Salvador Saneamento Ambiental.
O contrato foi renovado para mais seis meses, cuja vigência terminou em junho passado. Com isso, a administração municipal decidiu fazendo a licitação, mudando a relação contratual e visando a obtenção de um serviço mais qualificado.
O município promoveu, em julho, a contratação emergencial, por um período de seis meses, dessas empresas que têm operado o serviço. Conforme Orlando Santos, “com a contratação da nova concessionária, tal contrato perderá o efeito”.
A despesa média da Prefeitura com a coleta do lixo é da ordem de R$ 25 milhões mensais, a depender da demanda, segundo informou o subsecretário. A exploração da coleta por 20 anos tem estimativa de faturamento na ordem dos R$ 7,2 bilhões.
ECOPONTOS
A licitação a ser lançada, conforme o dirigente da Semop, envolverá todos os serviços relacionados à limpeza pública em Salvador, desde varrição à coleta domiciliar, de recicláveis a entulhos, limpeza das ilhas, espelhos d’água, praias, roçagem, pintura de meio-fio, limpeza de postes, lavagem de vias, praças e monumentos públicos. O procedimento vai requerer, ainda, por parte da empresa ou consórcio vencedor, “investimentos em serviços ainda não existentes na cidade”. Ele menciona o “aumento dos ‘ecopontos’ de coleta, de um (já existente no Itaigara) para nove, em locais sob estudo” e adianta que “o plano executivo das diversas formas de limpeza urbana será feito pelas empresas ou concessionária vencedora, sob supervisão da Limpurb”.
Orlando Santos citou, também, a ampliação do número de contêineres subterrâneos. Atualmente são apenas dois, no Comércio e na Barra. Segundo o subsecretário, a implantação de nova estação de transbordo, na Avenida San Martin “importará na redução do percurso dos caminhões, com ganho de velocidade e eficiência”. Hoje, os caminhões levam o lixo até Canabrava. “Salvador gera 72 mil toneladas mensais de lixo coletado, com base na média dos últimos 12 meses”, completou.
Brasileiros produzem mais resíduos, segundo estudo
Contrariando as expectativas, a quantidade de RSU-Resíduos Sólidos Urbanos descartados pela população continua a aumentar no Brasil, tanto em termos absolutos, como individualmente, apesar do impacto da crise econômica sobre o consumo. O total de RSU gerado no país aumentou 1,7%, de 78,6 milhões de toneladas para 79,9 milhões de toneladas, entre 2014 a 2015, período em que a população brasileira cresceu 0,8% e a atividade econômica (PIB) retraiu 3,8%.
Este cenário é apontado pela Abrelpe-Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, na nova edição do Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil, principal radiografia sobre a gestão de resíduos no país, que está sendo lançado na última segunda-feira. A geração de resíduos sólidos no Brasil cresceu mais de 26% no intervalo entre 2005-2015, porém a gestão dos materiais descartados continua apresentando grande deficiência: 76,5 milhões de brasileiros (mais de 1/3 da população) ainda sofrem com a destinação inadequada dos resíduos.
No país, 30 milhões de toneladas foram depositadas em lixões ou aterros controlados, o que do ponto de vista técnico apresenta os mesmos problemas dos lixões, já que não contemplam o conjunto de medidas necessárias para proteção do meio ambiente contra danos e degradações.
“O desafio da gestão de resíduos sólidos urbanos continua bastante considerável, uma vez que, apesar de uma melhora percentual, a cada ano um volume maior de resíduos é depositado em locais inadequados, sendo que mais de 3.300 municípios ainda fazem uso de unidades irregulares para destinação do lixo, o que significa graves riscos ao meio ambiente e impactos diretos na saúde da população”, destacou o diretor-presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho, ao lembrar que esse cenário contraria as determinações da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos – Lei Federal 12.305/2010) e de outras Leis Ambientais.
Os serviços de coleta mantiveram praticamente os mesmos índices de universalização observados anteriormente, com uma cobertura nacional de mais de 90%. As diferenças regionais, contudo, tornaram-se mais evidentes, já que as regiões Norte e Nordeste ainda estão com uma cobertura cerca de 80%, inferior à das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde o índice é superior a 90%.
O estudo da Abrelpe também mostrou que, em 2015, cada brasileiro gerou cerca de 391 kg de RSU, o que representa um volume similar e, em alguns casos, até maior do que o constatado em países mais desenvolvidos e com renda (PIB per capita) mais alta do que o Brasil.
Fonte: Tribuna da Bahia