RHS Licitações

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Posso ofertar objeto com especificações similares as do edital?

Um edital solicitou TV 42″ POLEGADAS FULL HD, similar ou equivalente ao modelo, no ato do certame, ofertamos um produto que atende todas as especificações técnica, com a diferença na polegada, em vez de 42” polegadas ofertamos a de 40” polegadas, e fomos desclassificados no certame. Diante desta situação, qual artigo da Lei nº 8.666/93 menciona a dimensão do produto?

Pode a Administração determinar lance mínimo no pregão eletrônico?

 

Participamos de um pregão eletrônico com mais 5 proponentes. Fomos desclassificados juntamente com outros fornecedores com a justificativa de que o preço do lote foi considerado inexequível. Os fornecedores classificados foram para a disputa eletrônica e mesmo os proponentes que deram lances menores, inclusive, do que o lance vencedor, teve seus valores cancelados pelo pregoeiro. Durante a sessão o pregoeiro fez o seguinte comunicado “O valor mínimo do lance deverá ir até o valor de R$ xx” informando assim o valor para a compra dos materiais. Pode o Órgão contratante simplesmente adquirir um material com um valor “X” e cancelar os outros valores que seriam bem melhores e menores para a aquisição do que o estipulado pelo mesmo?

 

Como podemos proceder nesse caso? 

Qual é o limite dos benefícios às microempresas?

Somos uma empresa de médio porte do ramo da construção naval e precisamos saber se há alguma legislação que nos ampare no tocante a inabilitar uma empresa concorrente que goze do direito ao benefício como microempresa ou como empresa de pequeno porte, uma vez que o objeto do certame seja caracterizado como Construção para Aquisição de uma Embarcação? Em geral, os concorrentes querem se valer desse direito, mesmo sendo de Serviço de Engenharia como atividade principal e de Construção de Embarcações como atividade secundária no CNPJ. Como podemos proceder neste caso?

A Administração tem a obrigação de me fornecer acesso ao processo de licitação?

Solicitei acompanhamento de entrega de materiais nos quais na licitação ficamos em segundo lugar.

A razão que nos motivou foi o preço inexequível para o produto, ofertado pela empresa vencedora, o que dá fortes indícios de produto falsificado ou remanufaturado, quando o pregão pedia PRODUTO ORIGINAL DA MARCA DA IMPRESSORA. Recebi um e-mail do órgão me negando este, conforme abaixo.

Conforme consulta com a Coordenadoria Jurídica da AGDI:

A forma de se manifestar é via recurso até 3 dias após declarado o vencedor, não há a forma de inspeção na legislação.

Exigências editalícias que restrinjam a participação são legais?

Um edital exige que a empresa, através de seu responsável técnico tenha realizado no mínimo 80% (oitenta por cento) de PPCI – Projetos de Proteção Contra Incêndios no Rio Grande do Sul, correspondentes ao Lote Adjudicado, não podendo se repetir em relação a outro lote vencido. E que a empresa que irá fazer o questionamento quanto a esta exigência tenha os projetos aprovados nos bombeiros do Rio Grande do Sul. A legislação de bombeiros é semelhante em todos estados e quem tem o acervo em outro estado fica impossibilitado de participar.  Essa exigência é legal?

Zoo de Brasília abre licitação para recriar ‘Parque dos Dinossauros’

Projeto prevê 30 espécies em tamanho real, com movimentos e sons. Parque também deve contar com praça de alimentação e salas de cinema. A Fundação Zoológico de Brasília abriu consulta pública nesta segunda-feira (9) para a criação de um parque temático baseado no filme “Jurassic Park: Parque dos dinossauros”, de

Governo lança edital para licitação de nova maternidade

Uma nova maternidade estadual deve ser construída nos próximos anos em Teresina. A informação é da Secretaria Estadual da Saúde, que deve publicar o edital de licitação nesta segunda-feira(09), com previsão de orçamento em R$ 80 milhões para desafogar a Maternidade Dona Evangelina Rosa. O governo garante que a maior

Uma nova maternidade estadual deve ser construída nos próximos anos em Teresina. A informação é da Secretaria Estadual da Saúde, que deve publicar o edital de licitação nesta segunda-feira(09), com previsão de orçamento em R$ 80 milhões para desafogar a Maternidade Dona Evangelina Rosa.

O governo garante que a maior parte dos recursos já está garantida e deve ficar pronta em dois anos, afirma o secretário Francisco Costa. “Com o lançamento do edital, esperamos que o processo tenha celeridade e num intervalo de aproximadamente dois anos, que é tempo previsto no cronograma, possamos construir essa importante maternidade, com uma estrutura mais digna tanto aos trabalhadores como para as mulheres e mães que precisam desse acompanhamento”.

Costa anuncia ainda que a estrutura da nova maternidade vai mais que dobrar a capacidade de atendimento em unidade de tratamento intensivo. Somente em UTI adulta, serão 20 unidades, assim como 30 leitos de UTI neonatal. Além desses, 45 leitos de Cuidados Intermediários e 20 de leitos Intermediários Canguru, que é um espaço para acolhimento de mãe e bebê. Portanto, serão 105 leitos para tratamento intensivo.

O espaço de acolhimento para um parto humanizado e melhores cuidados com mães e bebês conta ainda com a Casa de Gestante, Bebê e Puérpera, “uma estrutura o mais próximo possível de uma casa comum, que visa garantir a permanência de gestantes e puérperas de risco que exigem vigilância constante em ambiente não hospitalar, que não podem retornar ao domicílio, ou de mães que têm bebês internados na UTI, UCI ou na Unidade Canguru. Ou seja, uma estrutura que dá mais assistência aos cuidados com a mãe e bebê, permitindo que a mãe fique o mais próximo do seu filho”, explica o secretário.

A nova maternidade teve projeto inicial elaborado no segundo governo de Wellington Dias, na gestão do deputado federal Assis Carvalho, que garantiu parte dos recursos, e ainda por emenda da deputada federal Iracema Portela. À época, a maternidade seria construída nas imediações da Maternidade Dona Evangelina Rosa.

No governo do Wilson Martins (PSB), o projeto foi reformulado, onerando os custos iniciais, inclusive com mudança no local de construção. Por recomendação do Tribunal de Contas da União, a licitação foi cancelada.

A retomada do projeto se deu em 2015, quando a Secretaria de Saúde apresentou as adequações necessárias ao Ministério da Saúde e Caixa. A nova maternidade será construída no espaço onde atualmente funciona o Clube Tigrão, na zona leste de Teresina.

A nova maternidade:

Unidade de Pronto Atendimento

Duas salas de admissão

Seis leitos de observação

Seis consultórios de admissão, sendo dois deles com estrutura para instalação de aparelho de ultrassonografia e cardiotocografia

Unidade/Serviço de Atenção à Mulher Vítima de Violência de Gênero

Unidade de Internação de Baixa e Alta Complexidade

Dois Centros de Parto Normal – 10 leitos de parto, pós-parto

Enfermarias de Alojamento conjunto (mãe e bebê): 90 leitos

Enfermarias de Gravidez de Alto Risco: 60 leitos

UTI Adulto: 20 leitos

UTI Neonatal: 30 leitos

Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCO): 45 leitos

Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCA): 20 leitos

Centro Cirúrgico Pediátrico/Neonatal: 04 salas

Centro Cirúrgico Obstétrico: 04 Salas

Centro Obstétrico: 06 Salas

Unidade de Medicina Fetal

Dotada de estrutura para ultrassonografia, cardiotocografia, estrutura cirúrgica básica para procedimentos de baixa complexidade

 

Fonte: Cidade Verde

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