RHS Licitações

Artigos

Justiça proíbe renovação de pedágio no PR sem licitação

Justiça Federal garantiu que existem evidências de que o Estado tem a intenção renovar convênios para manter no Anel de Integração as atuais concessionárias   Em decisão liminar, a Justiça Federal do Paraná proibiu o governo do Estado de renovar, sem licitação, os contratos de concessão com as atuais empresas

Oportunidade de negócio: Prefeitura abre dezenas de licitações neste mês

As licitações envolvem contratação de diversos serviços e aquisição de produtos A Prefeitura de Lucas do Rio Verde está com diversas licitações para serem abertas nos próximos dias, nas modalidades pregão presencial e eletrônico, leilão, tomada de preço e chamada pública. As licitações envolvem contratação de diversos serviços e aquisição

Casip elabora edital para ampliar pontos de iluminação

Gerou grande repercussão a matéria “Sem calçamento, luz e rede de esgoto, moradores pedem socorro”, publicada na edição 1305. Moradores de diversos bairros relataram a falta de infraestrutura e entre os principais problemas, estava a iluminação inexistente. Em diferentes regiões da cidade, o problema foi relatado demonstrando a necessidade de

Pregão suspenso atinge 22 mil alunos na região

A revogação de pregão eletrônico para contratação de empresas que gerenciariam seis lotes de transporte escolar no Estado vai atingir 22.873 alunos do Grande ABC. Suspeita de fraude na licitação fez com que a Secretaria paulista de Educação cancelasse a concorrência pública, no mês passado. Não é a primeira vez

CERTIFICADO DE REGISTRO CADASTRAL

Meu registro cadastral CRC foi feito e emitido pela prefeitura com 2 dias de antecedência a data da licitação, posso ser inabilitado porque o registro CRC não foi feito com 3 dias de antecedência?

Prefeitura homologa licitação de radar

Com aprovação técnica após os testes dos radares feitos semana passada, a Prefeitura homologou ontem o contrato de R$ 11 milhões com o Consórcio Limeira Segura-Velsis. O valor é referente a dois anos de prestação de serviços. Agora, se não houver recurso, será assinado contrato com a Prefeitura na próxima

Suspeita faz SP barrar licitação de van escolar

A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE) cancelou um pregão eletrônico para contratação de empresas de transporte escolar que atenderia 88 mil estudantes, após suspeita de fraude. A decisão, tomada no dia 18 de fevereiro, foi obtida com exclusividade pelo Estado e confirmada pelo secretário José Renato Nalini.

A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE) cancelou um pregão eletrônico para contratação de empresas de transporte escolar que atenderia 88 mil estudantes, após suspeita de fraude. A decisão, tomada no dia 18 de fevereiro, foi obtida com exclusividade pelo Estado e confirmada pelo secretário José Renato Nalini.

 

O contrato atenderia alunos da capital e da Grande São Paulo, ao custo de R$ 550 milhões, com vigência de 15 meses. Uma investigação interna foi aberta pela pasta no mês passado e o caso será encaminhado para o Ministério Público Estadual e para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

 

A secretaria garante que nenhum aluno será prejudicado e já preparou uma contratação emergencial para o serviço, enquanto não dá início à nova licitação. O contrato temporário expira em julho.

 

A suspeita de fraude foi levantada durante a fase de habilitação das empresas, que ocorre depois da escolha das vencedoras, mas antes da divulgação dos resultados no Diário Oficial. Nessa etapa, as vencedoras precisam enviar à secretaria toda a documentação exigida no edital para que se provem habilitadas a fazer o serviço.

 

Cinco empresas venceram o certame e dividiriam o atendimento de seis regiões: Ação Transporte e Turismo Ltda (dois lotes), Transportadora Turística Benfica Limitada (dois lotes), Transporte Brasileiro (um lote) e Camargo Mello Transporte EPP (um lote).

 

Uma delas, a Transportadora Turística Benfica Limitada, enviou, entre os papéis, um documento escaneado com o nome das outras que participaram da licitação. A ação levantou suspeita: por regra, todos os pregões são pela internet, sem que as concorrentes saibam com quem estão competindo.

 

O envio desse documento foi identificado pelo pregoeiro responsável pelo certame e avaliado pela secretaria. A licitação, que levou seis meses para ser feita, acabou cancelada. “Isso (a identificação das empresas) é impossível. Pelo sistema que adotamos, as empresas não são identificadas. Quando notamos (o documento com os nomes), verificamos que havia quebra de sigilo”, disse Nalini.

 

Uma das suspeitas levantadas é a de conluio para escolha dos vencedores.

 

“Sugere-se que havia conhecimento. Então a única alternativa que a secretaria tinha era a suspensão da licitação”, afirmou o secretário. A investigação levará 30 dias e, se identificada a fraude, as empresas serão descredenciadas. “A Benfica enviou um documento que tinha um manuscrito com o código das demais empresas. Quiseram tirar depois, o que dá a ideia de que ou vazaram o documento ou mandaram sem querer. Ou ainda para causar transtorno ao processo”, disse o promotor de Justiça e atual chefe de gabinete da secretaria, Antonio Carlos Ozorio Nunes. Ele admite que “há indícios de formação de cartel”.

 

A pasta já definiu que a nova licitação terá mais divisão de lotes: será feita em 17 pregões diferentes, organizados pelas diretorias de ensino. Esse contrato emergencial terá vigência até o dia 1º de julho.

 

Resposta

A reportagem contatou quatro das cinco empresas citadas. Para a Benfica, principal envolvida no caso, houve “um lamentável mal entendido”. “Infelizmente, não fomos procurados pela Comissão de Licitação, a quem teríamos facilmente esclarecido o ocorrido.”

 

Segundo a empresa, a anotação do nome das concorrentes “foi feita com base na publicação desses dados no próprio site do pregão, seguindo a norma de tornar pública a listagem dos concorrentes a partir do início da fase de Habilitação”. E destacou que não houve ligação prévia entre concorrentes. A Transbrat, em nota, afirmou que “não se reuniu com nenhuma empresa que participou do certame e não houve nenhum acordo”. A reportagem não conseguiu localizar ninguém da Camargo Mello Transporte EPP. A Ação Transporte e Turismo e a Transporte Brasileiro não responderam.

 

(Fonte: DGABC)

XAo utilizar este site, você concorda com o tratamento dos seus dados pessoais de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Entendemos e respeitamos a sua privacidade e estamos comprometidos em proteger as informações pessoais que você fornece. Utilizamos cookies para analisar e personalizar conteúdos e anúncios em nossa plataforma e em serviços de terceiros. Ao navegar no site, você nos autoriza a coletar e usar essas informações.