RHS Licitações

Artigos

Licitação para novos Cmeis

A Prefeitura de Goiânia abre no próximo dia 10 de março o processo licitatório para a construção de oito Centros Municipais de Educação Infantil 

CRC de fornecedor X SICAF

Em uma licitação Modalidade Tomada de Preço, exige-se registro de Fornecedor até o 3º dia anterior a data de abertura, ou seja, a licitação é dia 28/02 o prazo encerrava em 25/02. Nossa empresa possui o SICAF, podemos participar e substituir o CRC de fornecedor da prefeitura pelo SICAF?

Adesão: Carona no Registro de Preços

Aceitamos por solicitação de um órgão (1) adesão para carona em uma ata de registro de preços de um outro órgão (2) que é detentor, o qual ganhamos a licitação, e agora chegou o contrato para assinarmos do órgão (1), caso eu não assine o contrato, a empresa terá que cumprir o compromisso de fornecimento mediante o aceite de adesão e não assinatura do contrato?

As licitações para as obras de melhorias na Rodovia Assis Chateaubriand devem começar em abril deste ano, informou o superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Clodoaldo Pelissioni, na audiência realizada na manhã desta quinta-feira (27), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Presidente Prudente. A apresentação pública contou também com a população, que pode conhecer o que será feito na via e opinar sobre o projeto. O valor das melhorias somam cerca de R$ 274,5 milhões, que serão financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 

As obras passarão por Martinópolis, Indiana, Regente Feijó, Presidente Prudente, Pirapozinho, Tarabai, Estrela do Norte até a divisa com o Paraná. “Como o prazo de licitação pode chegar a 120 dias, estimamos é que as construções tenham início no mês de agosto. O primeiro projeto prevê a execução de recapeamentos, duplicações, terceiras faixas e acostamentos, com duração prevista de 18 meses. Já para o segundo projeto, que visa a recuperação da via, o prazo é de 12 meses”, disse.

 

Quando questionado sobre a demora do início das obras, que haviam sido anunciadas há alguns meses pelo governo estadual, o superintendente informou que a causa foi o término do projeto. “Nós precisávamos estudar cada área, saber quantos veículos circulam por essa via diariamente. Após isso, tivemos que encaminhar para o decreto de atividade pública.

 

O mais importante para uma obra desse tamanho é ter um bom projeto, e por isso demorou”.

 

Nos planejamentos apresentados pelo engenheiro de projetos do DER, Daniel Hideyslhi Shimabukuro, também consta a construção de uma passarela para travessia de pedestres no km 430,7, em Martinópolis, onde funciona um frigorífico. “Como a demanda de pedestres é muito intensa, serão colocadas barreiras de concreto new jersey, usadas para separar os fluxos de tráfego, e a passarela para garantir maior segurança”, disse.

 

Na audiência também participaram familiares de pessoas que morreram na rodovia, como o eletricista, Reinaldo José dos Santos, que perdeu os pais após um acidente no dia 23 de novembro de 2013, quando o casal, que residia em Pirapozinho, retornava das compras em Presidente Prudente.

 

“Devido às más condições e sinalizações da via, um motorista que vinha no sentido contrário, invadiu a pista e colidiu frontalmente no carro dos meus pais e eles faleceram na hora. Eu e minha família entregamos um projeto mostrando as inúmeras irregularidades da rodovia. Tudo foi documentado e entregue ao governador Geraldo Alckmin em uma das visitas que ele fez no ano passado a Pirapozinho”.

 

Agora ainda segundo Santos, a intenção é de que haja mais segurança para outras pessoas que precisam utilizar o trecho. “Tem acontecido vários acidentes com vítimas fatais por causa da falta de segurança. Há os trabalhadores de outras cidades que precisam passar por ali diariamente. Nós queremos que os acidentes diminuam, para evitar que outras pessoas sintam a dor que eu e meus familiares sentimos”, ressaltou. Neste ano, já foram registrados duas mortes na Rodovia Assis Chateaubriand e, entre os anos de 2012 e 2013, foram totalizadas 25 vítimas fatais.

 

O engenheiro agrônomo Adriano Mazetti utiliza a rodovia por visitar municípios vizinhos para no seu dia a dia de trabalho e apoia as melhorias. “É de extrema importância essa expansão de trechos. Acredito que haverá mais segurança, já que esse deve ser o ponto principal para evitar outros acidentes”, falou.

 

(Fonte: G1)

XAo utilizar este site, você concorda com o tratamento dos seus dados pessoais de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Entendemos e respeitamos a sua privacidade e estamos comprometidos em proteger as informações pessoais que você fornece. Utilizamos cookies para analisar e personalizar conteúdos e anúncios em nossa plataforma e em serviços de terceiros. Ao navegar no site, você nos autoriza a coletar e usar essas informações.