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Prefeitura cancela concurso público para contratação de servidores

A prefeitura de Jaguariaíva, na Região dos Campos Gerais, acatou recomendação administrativa do Ministério Público do Paraná e cancelou o concurso público para a contratação de servidores. A recomendação foi subscrita pela promotora de Justiça de Jaguariaíva, Maira Mardegan Galiano, e pelos promotores Kele Cristiani Diogo Bahena e Joel Carlos

Governo lança edital de licitação para concessão do Sistema Transcol

O edital prevê uma frota de 1,6 mil ônibus, dividida em dois lotes; receitas com a operação do sistema devem ultrapassar R$ 13 bilhões nos próximos 25 anos   O governo do Estado publicou nesta quarta-feira (26) o edital da concorrência pública para outorga do serviço público de transporte coletivo

Licitação para agência de Publicidade

Uma Prefeitura está licitando a contratação de Agência de Publicidade, e publicou que pessoas não ligadas a Prefeitura, com formação em publicidade se inscrevam para compor o mínimo de 1/3 da comissão julgadora, através de sorteio, atendendo a lei federal 12.232. Isso está correto?

Acréscimo e Supressões Contratuais

Em conformidade com o artigo 65 da Lei 8666/93, referente aos acréscimos e supressões contratuais, questionamos se os serviços de manutenção preventiva e corretiva, enquadram-se em acréscimos e supressões de até 25%, ou 50%?

Iniciada ampliação da arquibancada

Foi iniciado o processo de implantação das arquibancadas móveis da Arena das Dunas, o serviço que faz parte da matriz de responsabilidade do governo estadual tem de ficar pronto até o dia 30 de abril. O projeto orçado em R$ 9.799.989,67, prevê os serviços de montagem e desmontagem, mais o

BB: Orientações sobre disputas do tipo RDC

Atendendo ao disposto na Lei 12.462, de 04 de agosto de 2011 e  regulamentado pelo Decreto 7.581 de 11 de outubro de 2011, o Licitações-e foi adequado para permitir a realização de disputas do tipo RDC, de forma eletrônica.  2. O RDC aplica-se exclusivamente às licitações e contratos necessários à realização da

Departamento exige seguros mais rígidos em licitações

Uma nova regra que passou a ser aplicada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em licitações promete afastar o que o diretor-geral da autarquia, general Jorge Fraxe, chamou de “aventureiros”. O Dnit decidiu ampliar as regras de suas contratações, impondo às empreiteiras a exigência de apresentarem seguros mais

Uma nova regra que passou a ser aplicada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em licitações promete afastar o que o diretor-geral da autarquia, general Jorge Fraxe, chamou de “aventureiros”.

O Dnit decidiu ampliar as regras de suas contratações, impondo às empreiteiras a exigência de apresentarem seguros mais rígidos para garantir a execução plena da obra contratada, nos casos onde a construtora tenha que paralisar o empreendimento, seja qual for o motivo. “O seguro que estamos exigindo agora não é mais aquele seguro-caução, pequeninho, que qualquer um pega. É um seguro que se insere na gerência de risco do Dnit. Se por algum problema o construtor sair da obra, o seguro vai terminar a obra”, disse Fraxe.

Atualmente, as obras da autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes são tocadas por aproximadamente 200 empresas. O general acredita que “a seleção natural do mercado” de prestadores de serviço se dará por meio dessas novas exigências, porque atingem diretamente a capacidade das empresas em firmar esses contratos, bem como o histórico de suas contratações com o governo.

“É um seguro de preço mais elevado, que pode atingir até 30% do preço total da obra. Mas isso varia muito. Empresas que têm musculatura e são bem avaliadas no mercado, pagarão um preço pelo seguro. Aquelas que não têm essa situação, terão de pagar outro preço”, diz Fraxe.

Outro ponto destacado pelo diretor do Dnit diz respeito à ausência de aditivos nos novos contratos, regra estabelecida pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modalidade que praticamente substitui o tradicional modelo de licitações públicas em todas as contratações realizadas pela autarquia.

“Havia aqueles aventureiros que entravam nos contratos, contando que depois conseguiriam chegar aos 25% de aumento com aditivos de contrato. “Isso acabou no Dnit”, diz o general.

Pelo RDC, as empreiteiras tem acesso a um “anteprojeto” da obra, um relatório simplificado sobre o que precisa ser executado. Essa condição, segundo Fraxe, tem obrigado as empresas a estudar o terreno, avaliar detalhes do que precisa ser feito para, a partir daí, dar o lance no pregão. “As grandes construtoras estão voltando para o Dnit, porque notaram que agora há espaço para fazerem engenharia.”

No fim do ano passado, em entrevista ao Valor, o ministro dos Transportes, César Borges, afirmou que a burocracia, somada a uma crescente insegurança jurídica, tinha afastado as grandes empreiteiras do Dnit.

(Fonte: Valor)

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