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Rastreamento de medicamentos no Brasil

No início do ano as atenções do setor farmacêutico voltaram-se às medidas adotadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a instituição do sistema de rastreamento de medicamentos – Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. O tema debatido não é novo, a despeito de sua extrema relevância no cenário

Impacto do RDC na redução de custo é pequeno

O Regime Diferenciado de Contratação (RDC), adotado pelo governo para driblar burocracias da legislação nas licitações e destravar obras públicas, reduziu o prazo das contratações da média de 250 dias para 60 a 90 dias. O resultado, porém, é frustrante em relação às metas de economia previstas pelo governo, que

Para Dnit, sistema gerou economia de quase R$ 1 bi

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) minimizou a frustração de metas para a queda de preço em contratações feitas exclusivamente pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Por meio de nota, a autarquia ligada ao Ministério dos Transportes informou que, em 2013, obteve economia total de quase R$ 1

Regime diferenciado de contratação frustra meta de redução de custos

O Regime Diferenciado de Contratação (RDC), transformado pelo governo em tábua de salvação para destravar a contratação de obras públicas, não tem entregado o resultado prometido. Ao driblar as burocracias da Lei de Licitações (8.666), o novo modelo conseguiu reduzir o prazo de contratação das obras – em média, de

Licitação para reconstruir base na Antártida termina sem interessados

A licitação para reconstruir a base brasileira na Antártida, destruída em um incêndio em fevereiro de 2012, terminou sem nenhuma empresa interessada. O prazo para apresentação de propostas para a obra, orçada em R$ 145,6 milhões, encerrou-se ontem. Fontes ligadas à Marinha disseram que a ausência de interessados pegou organização de

Procuradoria emitirá parecer urgente sobre licitação

A Secretaria Municipal de Administração informou ontem (25) que a Procuradoria-Geral do Município recebeu, no dia anterior, a consulta sobre o pedido de impugnação feito por uma das empresas participantes do processo de licitação para contratação do serviço de coleta do lixo hospitalar na cidade. De acordo com o secretário

A cidade de São Paulo vai ganhar novos radares de trânsito a partir do mês de março e passará a ter 868 aparelhos, 45% do que os atuais 598. A informação foi dada nesta terça-feira (25) pelo secretário de Transportes, Jilmar Tatto. A licitação para contratar os novos aparelhos foi concluída nos últimos dias, e a homologação do resultado foi publicada no Diário Oficial de sexta-feira (21).

 

O secretário defende o aumento da fiscalização como uma medida para melhorar a segurança do tráfego em São Paulo. “Os agentes da CET que estão em determinados locais vão ficar em outros locais para fazer a fiscalização”, disse Tatto.

 

Os novos equipamentos vão substituir os atuais radares. Os 868 radares multarão variados tipos de infração, como excesso de velocidade, invasão à faixa exclusiva e corredores, violação de semáforo vermelho e do rodízio. Desse total, 20 radares serão móveis.

 

A Prefeitura vai gastar R$ 530 milhões na contratação dos aparelhos. A instalação deve acontecer ao longo do ano, segundo Tatto, e não há uma previsão de quanto os radares poderão já estar multando, porque é preciso primeiro fazer uma aferição para ver se os aparelhos seguem os padrões do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).

 

A licitação foi concluída após os radares já passarem por um primeiro teste, feito pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), órgão ligado à Secretaria de Ciência e Tecnologia do estado.

 

A licitação aberta pela Prefeitura para modernizar o sistema de radares previu também que alguns radares ficarão instalados na frente dos ônibus e vão flagrar veículos que invadirem as faixas exclusivas. Não há data para que isso aconteça, no entanto.

 

Divisão

No novo contrato, a cidade ficará dividida em quatro lotes. O lote 1 será formado basicamente pela Zona Norte, o 2 pela Zona Leste e região central, o 3 principalmente por trechos da Zona Oeste e Sul, e o 4, marcado pelos extremos da Zona Sul e Oeste. O sistema será diferente do atual, em que a contratação é pelo tipo de radar e de fiscalização feita.

 

A licitação para ampliação e modernização do serviço de radares foi lançada no início do ano passado. A Prefeitura de São Paulo, porém, suspendeu a licitação após uma empresa questionar na Justiça critérios que haviam sido adotados. O Tribunal de Contas do Município também apresentou questionamentos. A previsão inicial do governo municipal era já assinar o contrato em agosto do ano passado. O processo de contratação, no entanto, só pode ser retomado no final do ano e concluído em 2014.

 

Mais de 10,1 milhões de multas foram aplicadas na cidade de São Paulo em 2013, segundo balanço da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

 

(Fonte: G1)

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