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Reajuste e o reequilíbrio econômico-financeiro

Recentemente fui vencedor de uma licitação com o preço muito abaixo do realizado no mercado. Na ata consta que a contratante pode admitir a recomposição dos preços registrados no caso de desequilíbrio da adequação econômico financeira inicial do instrumento, não ultrapassando os preços praticados no mercado na época do registro. Queria informações a respeito desta recomposição, como se configura o desequilíbrio econômico-financeiro e como se reivindica esta recomposição?

Edital mudará para evitar monopólio

O governo vai alterar o edital de licitação do porto de Outeiro, no Pará, que está em fase de consulta pública, para proibir a participação de empresas que já possuam terminais privados na mesma área de influência. 

Prefeitura lança nova licitação para reforma do Posto Central

Na terça-feira, 10, a Comissão Municipal de Licitações e Contratos, lançou Edital visando à seleção de propostas para contratação de empresa especializada para realizar a reforma do Posto Central, com fornecimento de material e mão de obra. As propostas para concorrer ao certame na modalidade Tomada de Preços, deverão ser

Princípio da moralidade

Vou Participar de uma licitação em um município, e o vice- prefeito deste mesmo município é proprietário e engenheiro de uma empresa compatível ao ramo da licitação. Gostaria de saber ele pode participar desta licitação?

Regras do Recurso no Pregão Eletrônico

Participamos de um Pregão Eletrônico, onde ficamos em 2º lugar e tínhamos interesse em manifestar intenção de recurso contra a classificação da proposta do 1º colocado.Ocorre que acabamos não registrando nossa intenção de recurso no sistema, no tempo determinado e o pregão foi finalizado. Temos como recorrer? Há possibilidade de entrarmos com representação, visto que sabemos que a proposta vencedora não atende tecnicamente ao solicitado no edital?

Estatal cancelou processo de licitação sob alegação de preço abusivo

O município de Uberaba, no Triângulo Mineiro, continua na expectativa do início da construção da fábrica de amônia da Petrobras, mesmo depois que a estatal decidiu encerrar a licitação para a escolha da empresa que iria construir o empreendimento porque o preço pedido estava muito alto. De acordo com o prefeito da cidade, Paulo Piau (PMDB), a melhor oferta foi de cerca de R$ 2,9 bilhões. As propostas foram abertas em 1º de agosto, mas a estatal do petróleo informou que elas “tinham preços excessivos”. Depois disso, a petrolífera instaurou um processo de contratação direta de fornecimento de bens e serviços para a implantação da unidade no Triângulo Mineiro.

“O novo processo, previsto nas normas de contratação da companhia, especialmente no regulamento aprovado pelo Decreto 2.745/1998, visa a obter uma nova proposta, compatível com os preços de mercado, que garanta a viabilidade econômica do projeto”, justificou a Petrobras. De acordo com Piau, a empresa garantiu que não há problemas com a instalação da fábrica no local. “Desde o início do ano a estatal mantém os procedimentos para a seleção de fornecedores. O trabalho está ativo, tudo está caminhando, não tem nada parado”, garantiu.

De acordo com ele, a maior expectativa agora está na assinatura de um acordo entre os governos de São Paulo e de Minas para a construção do gasoduto que vai levar o gás natural do gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) até Minas. “São duas coisas. Para resolver a questão jurídica (sobre a natureza do gasoduto), será preciso um decreto da Presidência. A outra coisa é o acordo entre os dois estados. O governador de Minas (Antônio Anastasia) já acionou o de São Paulo, Geraldo Alkmin, para resolver o assunto”, disse. A construção do duto ficará a cargo da Cemig. Pelo acordo, a Região Norte de São Paulo ficaria com 150 mil metros cúbicos de gás e 150 mil metros cúbicos iriam para o Triângulo Mineiro.

Estratégico

“A expectativa é de que o negócio saia logo. Já foram investidos R$ 50 milhões na terraplanagem do terreno onde a fábrica será instalada. Esse será o grande investimento da Petrobras em Minas”, diz Piau. Para ele, o empreendimento é estratégico para o país, já que 70% dos insumos para fertilizantes usados na agricultura brasileira são importados. “É uma questão de soberania nacional. O volume importado é exagerado para estar na mão dos outros”.

A unidade terá capacidade de produção de 519 mil toneladas de amônia ao ano e deve tornar o país autossuficiente no insumo, que é usado na agricultura e na indústria. Durante a construção do empreendimento serão gerados 5 mil empregos. Para funcionar, porém, a fábrica depende de fornecimento de gás natural.

Ao todo, a estatal do petróleo convidou 26 empresas brasileiras e internacionais para participar do certame. Segundo o governo de Minas, as propostas que foram abertas atenderam os requisitos exigidos no convite do processo licitatório para fornecimento de bens e serviços relativos à implantação da fábrica. Com isso, a fase de análise, esclarecimento e negociação dentro dos critérios de julgamento estabelecidos no convite com vistas a selecionar a proposta que melhor atenda os interesses da Petrobras foi iniciada, mas acabou abortada.

(Fonte: em.com.br)

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