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Prefeitura de Embu das Artes adia licitação dos serviços de ônibus

21 de Fevereiro de 2019   Segundo administração, motivo é alto número de questionamentos sobre edital. TCE deu 48 horas para a prefeitura responder representações contra a concorrência ADAMO BAZANI A prefeitura de Embu das Artes, na Grande São Paulo, adiou para o dia 01º de março a data do

Amazonastur abre processo licitatório para ‘AmazonBus’

A Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) abriu licitação para passar novamente para a iniciativa privada os ônibus que faziam “City Tour” em Manaus. O aviso de licitação foi veiculado na última quarta-feira, 13/2, no Diário Oficial do Estado (DOE), e o edital disponibilizado na última segunda-feira, 18/2). A licitação ocorrerá no dia 20/3,

Licitação das corvetas sai em 22 de março

Estaleiro Vard Promar, de Suape, está concorrendo ao projeto da Marinha, que pode gerar US$ 1,6 bilhão de investimentos e seis mil empregos O futuro do Estaleiro Vard Promar será definido em pouco mais de um mês. É que está previsto para 22 de março o resultado da concorrência pública que vai

É possível ser desclassificado por não apresentar a planilha de custo unitário?

Participei de uma licitação onde toda documentação estava correta, e agora vão analisar a proposta de preço. Nessa fase, não inclui a planilha financeira de custos unitário. Podemos ser desclassificados por causa disso?   A Administração e as empresas licitantes subordinam-se ao princípio de vinculação ao edital, razão pela qual

O capital social pode ser um valor abaixo do valor estimado no edital?

Quero participar de uma licitação, porém no edital pede comprovação de boa situação financeira da licitante e deverá comprovar patrimônio líquido positivo não inferior a 10% (dez por cento) do valor estimado da contratação O valor do orçamento é de R$ 2.000.000,00 e meu capital social é de R$ 500.000,00

Proposta da licitação deve ser feita após a etapa do pregão, reafirma TCU

12 de Fevereiro de 2019   O Tribunal de Contas da União reforçou entendimento de que  a aprovação de proposta nas licitações deve ser feita após a etapa competitiva do pregão, conhecida por fase de lances. Além disso, o licitante deve comprovar que pode executar o serviço antes da eventual desclassificação. O

12 de Fevereiro de 2019

 

O Tribunal de Contas da União reforçou entendimento de que  a aprovação de proposta nas licitações deve ser feita após a etapa competitiva do pregão, conhecida por fase de lances. Além disso, o licitante deve comprovar que pode executar o serviço antes da eventual desclassificação.

O entendimento responde a um pedido de anulação por possíveis irregularidades no Pregão Eletrônico 10/2018, que tinha como objetivo a contratação de empresa de engenharia especializada em elevadores no Comando do 7º Distrito Naval em Brasília.

A segunda colocada no processo de licitação entrou com o processo alegando que a então vencedora não teria atendido aos requisitos do edital. A empresa que perdeu a licitação também afirmou que uma das exigências do edital violava a competitividade: a necessidade de comprovar, por meio de atestado de capacidade técnica, atividades em motores de corrente contínua e manutenção de software.

A primeira colocada, então, recorreu contra as alegações da segunda e pediu a anulação da inabilitação.

Critérios objetivos
No voto, o relator, ministro Aroldo Cedraz, afirma que a aceitação da proposta é feita após a etapa competitiva do certame, devendo o licitante ser convocado para comprovar a sua execução antes de eventual desclassificação.

“Apenas em situações extremas, quando os lances ofertados configurarem preços simbólicos, irrisórios ou de valor zero, gerando uma presunção absoluta de inexequibilidade, admite‐se a exclusão de lance durante a etapa competitiva do pregão”, diz.

Para o ministro, os critérios objetivos, previstos nas normas legais para aferir a capacidade de execução das propostas, possuem apenas presunção relativa, cabendo à Administração dar oportunidade ao licitante para demonstrar a viabilidade de sua proposta.

“A exigência de documentos que comprovem a qualificação técnica e a capacidade econômico‐financeira das licitantes, desde que compatíveis com o objeto a ser licitado é um dever da Administração devendo ser essa exigência mínima capaz de assegurar que a empresa contratada estará apta a fornecer os bens ou serviços pactuados”, aponta.

Segundo o ministro, a empresa, no detalhamento técnico do edital, não demonstrou a existência de condições restritivas e impeditivas da obtenção da proposta mais vantajosa para a Administração.

“As normas disciplinadoras da licitação serão sempre interpretadas em favor da ampliação da disputa entre os interessados, desde que não comprometam o interesse da Administração, o princípio da isonomia, a finalidade e a segurança na contratação”, afirma.

Fonte: https://www.conjur.com.br/2019-fev-12/proposta-licitacao-feita-pregao-reafirma-tcu

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