RHS Licitações

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Uma empresa pode manifestar intenção de recurso contra um assunto e apresentar recurso baseado em outro assunto?

Participamos de um pregão eletrônico e fomos declarados vencedores. A segunda colocada manifestou intenção de interposição de recurso alegando uma suposta irregularidade. Após três dias, a empresa apresentou seu recurso. Ocorre que tal recurso discorre sobre outra suposta irregularidade e não aquela afirmada inicialmente em sua manifestação de interposição de recurso. A empresa pode fazer isto? Manifestar intenção de recurso contra um assunto e apresentar recurso baseado em outro assunto?

Os contratos firmados por uma empresa (subsidiária) poderão ser rescindidos pelos contratantes?

Existe um Fabricante (A), onde o mesmo adquiriu uma empresa para participar de licitações de serviços, esta empresa está registrada como Subsidiaria do Fabricante (A) em referência. O fabricante (A) foi vendido a um outro Fabricante, desta forma, entendemos que a empresa Subsidiaria também foi vendida. Para as questões acima, podemos entender que os contratos firmados por esta empresa (subsidiária) poderão ser rescindidos pelos contratantes (que são órgãos públicos) conforme a Lei 8.666/93?

Um edital pode exigir detalhamento de execução de item de planilha?

Um edital exige que as licitantes apresentem atestados de execução de anterior de determinados serviços específicos como plantio de espécies floríferas, plantio de arvores e arbustos, etc. Acreditamos que esta exigência não pode prosperar, pois se trata de detalhamento de execução de item de planilha de jardinagem, e dessa forma não podemos extrair da planilha o percentual de cada item. Posso impugnar esse edital?

No caso de adesão de ATA de Registro de Preços é válido o que consta no edital ou o acordado?

Participamos de um Pregão de Registro de Preço e antes da licitação, fizemos um questionamento para o Órgão da obrigatoriedade de fornecer um acessório do equipamento licitado e o Órgão respondeu que não seria necessário. Ganhamos a licitação, a proposta foi homologada sem o fornecimento desse equipamento e tudo deu certo. Acontece que agora outro Órgão Público aderiu a ATA de Registro de Preços e alega que teremos que fornecer esses acessórios junto com o equipamento pois consta no edital. Neste caso de adesão o que é válido e temos que seguir quanto ao descritivo do equipamento?

O Balanço Patrimonial precisa ser registrado na Junta Comercial? Precisa ser autenticado?

Caso a empresa não tenha seu balanço registrado na Junta Comercial, podemos apresentar o balanço tradicional, apenas assinado pelo contador (portanto, não será aquele impresso diretamente do sistema da Junta Comercial)? No caso de apresentação desse balaço “tradicional”, é necessário autenticar na Junta Comercial ou qualquer outro órgão? Os termos de abertura e encerramento são obrigatórios? Também precisam de algum tipo de autenticação?

Prefeitura de Chapadão do Sul tem 8 licitações nesta semana

17 de Julho de 2017 Durante essa semana, acontecerão 8 licitações promovidas pela Prefeitura de Chapadão do Sul para a compra de diversos materiais e a realização de obras de interesse da administração municipal e da população. De acordo com a Secretaria de Administração, por meio do Departamento de Licitações,

Jardim Botânico abre licitações para casa de chá e anfiteatro

14 de Julho de 2017 A casa de chá e o anfiteatro do Jardim Botânico de Brasília deverão receber melhorias nos próximos meses. Para reabrir o estabelecimento — com opções de plantas, artesanato e alimentos, por exemplo — e reestruturar a arena, estão abertas duas licitações. No certame do anfiteatro,

TCE suspende licitação para aluguel de veículos

19 de Julho de 2017 O Tribunal de Contas do Estado (TCE/PR) suspendeu uma licitação da Sanepar com valor máximo de R$ 96.448.860,00 para a locação de 969 veículos pelo prazo de três anos. O motivo foi a dupla exigência de capital social mínimo para habilitação econômico-financeira e de apresentação

ANP tenta permitir regras novas do conteúdo local em contratos antigos

18 de Julho de 2017 Jornal GGN – A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tenta permtir que as novas regras de conteúdo local do setor de petróleo sejam adotadas em contratos antigos. Décio Oddone, diretor-geral da ANP, afirma que os contratos de concessão de áreas de

18 de Julho de 2017

Jornal GGN – A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tenta permtir que as novas regras de conteúdo local do setor de petróleo sejam adotadas em contratos antigos.

Décio Oddone, diretor-geral da ANP, afirma que os contratos de concessão de áreas de petróleo e gás assinados desde 2005 poderiam seguir as novas determinações, adotados neste ano. “Acreditamos que a nova alternativa irá destravar investimentos, atraindo capital e gerando novas contratações, novos empregos e arrecadação”, disse Oddone.

As novas regras da política de conteúdo nacional reduziram, na média, em 50% a  exigência de equipamentos e serviços produzidos no país. As alterações foram criticadas por sindicatos e por empresários do setor,  que afirmam que elas irão provocar um aumento no desemprego, ao contrário do que disse Oddone.

A ANP vai colocar uma minuta de resolução sobre o assunto em consulta pública a partir desta terça-feira. Depois, será realizada uma audiência pública no dia 1º de setembro.

Com esta medida, a agência pretende regulamentar o pedido de isenção de conteúdo local, os ajustes de percentual e as transferências de excedente de conteúdo local.

Marcada para setembro, a 14ª Rodada de Licitações de blocos de petróleo e gás natural será a primeira com as novas regras de conteúdo nacional. O índice será de 50% para exploração em terra, e, nos blocos em mar, de 18% na fase de exploração, 25% para a construção dos poços, e de 40% para o sistemas de coleta e escoamento. O percentual será de 25% nas plataformas marítimas.

Serão leiloados 287 blocos em nove bacias sedimentares, e o edital definitivo do contrato será publicado em 20 de julho. Neste ano também deverão ser realizadas a 2ª e da 3ª Rodadas de Partilha para os campos do pré-sal, em 27 de outubro.

Oddone afirma que a ANP tem se esforçado para atrair empresas estrangeiras para os próximos leilões. No fim do ano, a agência deverá anunciar os leilões previstos para 2020 e 2021, elevando de três para cinco anos a abrangência do calendário de leilões no país.

Fonte: Jornal GGN

 

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