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Cautelar suspende licitação de Morretes para iluminação pública

22 de Março de 2017 A falta de clareza do objeto a ser adquirido levou o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) a suspender, por meio de medida cautelar, licitação realizada pela Prefeitura de Morretes (Litoral) com o objetivo de contratar serviços na área de iluminação pública. A

Prefeitura abre novas licitações nos próximos dias

20 de Março de 2017 A Prefeitura de Lucas do Rio Verde está com diversas licitações para serem abertas nos próximos dias, nas modalidades pregão presencial e eletrônico e chamada pública. As licitações envolvem contratação de diversos serviços e aquisição de produtos. Entre eles está fornecimento de peças para veículos,

Operação apura fraudes em licitações e prende 6 pessoas em Ilhéus, na BA

21 de Março de 2017 Seis pessoas foram presas em operação deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), em Ilhéus, região sul do estado, na manhã desta terça-feira (21). Segundo informações do MP-BA, a operação acontece para combater um grupo criminoso que praticava fraudes e superfaturamentos em procedimentos licitatórios realizados

Decreto nº 62.517, de 16 de Março de 2017

DECRETO Nº 62.517, DE 16 DE MARÇO DE 2017 Acrescenta dispositivo ao Decreto nº 47.945, de 16 de julho de 2003, a fim de permitir a participação de Municípios paulistas e das respectivas entidades da administração indireta, como Órgão Participante, nos procedimentos do Sistema de Registro de Preços. GERALDO ALCKMIN,

É fraude uma empresa ser classificada como ME e na verdade ser EPP?

Se uma determinada empresa classificada como ME, extrapolar o limite faturamento do ano anterior, e utilizar o direito de ME em um certame, mesmo ela sendo na verdade EPP e gozar dos mesmos direitos isso caracterizaria fraude? E se caracterizar fraude qual é o prazo pra ser questionado após a homologação do certame?

O Órgão Público pode não informar o preço unitário dos itens?

No edital não consta o estimado unitário dos itens, apenas o valor total da compra de registro de preços. Entrei em contato com a comissão responsável pela licitação e disseram que o estimado unitário eles não fornecem, pois diminui a concorrência e não quiseram me informar. Eles podem não passar o estimado dos preços unitários se não quiserem ou são obrigados a fornecer para as empresas que tem interesse em participar da licitação?

A Prefeitura pode cancelar uma licitação?

O município pode cancelar o processo e a empresa ficar com todo o ônus de custeio de participação no mesmo? Há alguma forma de interpor sobre a revogação a fim de reaver ao menos os custos de participação do mesmo?

Pode ser exigido em um edital a certificação ISO9001?

Estou participando de uma licitação em que se pede, para fins de habilitação, que a empresa tenha certificação ISO9001. É legal esta solicitação? Caso positivo, devo questionar antes ou depois(caso venha a ganhar a licitação) do pregão?

14 de Março de 2017

O governo pretende ofertar ao mercado três novas áreas do pré-sal em novembro, na 3ª rodada de partilha. Diretor do Departamento de Exploração e Produção de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, João Vicente Vieira, conta que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) já encaminhou uma lista com algumas sugestões de ativos para as próximas rodadas. A intenção do governo é realizar dez licitações entre 2017 e 2019, sendo um leilão do pré-sal por ano.

“A ANP indicou várias áreas, mas estamos distribuindo [as áreas] ao longo dos anos, porque queremos fazer [um calendário de leilões] plurianual. A ideia é ter três áreas [no leilão deste ano]”, afirmou.

MME e ANP mantêm o sigilo sobre as áreas indicadas até que a lista seja aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Vieira também preferiu não citar as sugestões, mas questionado se o próximo leilão ofertará novas áreas do tamanho de Libra, disse ser “difícil” que novos blocos desse porte sejam oferecidos este ano – na ocasião do leilão de 2013, o primeiro do regime de partilha, as reservas potenciais de Libra foram estimadas em 8 bilhões a 12 bilhões de barris.

A ANP vem mapeando potenciais novas áreas há alguns anos e já manifestou anteriormente que dispõe de ao menos três opções para futuras rodadas: Saturno, Pau Brasil e Peroba. A ex-diretora da agência, Magda Chambriard, já chegou a afirmar, quando ainda comandava o órgão regulador, que Pau Brasil teria potencial para 8 bilhões de barris de petróleo “in situ” (total de óleo, ainda não aprovado, contido em um reservatório e não necessariamente recuperável). A ANP também aposta no potencial de Alto de Cabo Frio, dentro do polígono do pré-sal.

O plano do governo é instituir um calendário plurianual de rodadas no país. O diretor da ANP, José Gutman, confirmou que a expectativa é que sejam realizados dez leilões entre 2017 e 2019. Para os próximos dois anos, a expectativa é promover três rodadas por ano.

“Podemos fazer licitações numa frequência bastante grande. O cenário aponta para isso. Este ano teremos quatro rodadas e a ideia, já anunciada, é termos para 2018 e 2019 mais três rodadas a cada ano: uma ‘rodadinha’ [de áreas com acumulações marginais], uma rodada de blocos exploratórios [sob o regime de concessão], tanto no onshore quanto no offshore, e uma rodada de partilha do pré-sal”, disse Gutman.

Em 2017, além da 3ª rodada de partilha do pré-sal, o governo prevê realizar uma licitação de campos com acumulações marginais; a 14ª rodada de blocos exploratórios; e um leilão de áreas unitizáveis da União – aquelas áreas ainda não licitadas e que se conectam a descobertas cujos reservatórios extrapolam os limites da concessão: Carcará, Gato do Mato, Tartaruga Mestiça e Sapinhoá.

Ao mesmo tempo em que organiza os novos leilões, o governo tenta também resolver algumas pendências das rodadas passadas. A cerca de um ano do prazo final para conclusão do programa exploratório mínimo das concessões arrematadas na 11ª e 12ª rodadas, o órgão regulador trabalha agora para estender por dois anos a fase de exploração desses blocos.

Segundo dados da ANP, passados três anos desde a realização da 11ª rodada, em 2013, apenas 30% dos compromissos de investimentos assumidos pelas petroleiras foram cumpridos até o momento.

No caso das áreas marítimas leiloadas na 11ªª rodada, a situação ainda é mais emblemática: só 5% do programa exploratório mínimo foi realizado. Ao todo, em 33 dos 49 blocos offshore ainda não houve nenhum investimento para cumprimento dos compromissos exploratórios.

De acordo com a nota técnica da ANP, o baixo nível de atividade nos blocos arrematados nas rodadas 11 e 12 é atribuído a fatores como os efeitos da queda dos preços do barril sobre a capacidade de investimentos das petroleiras ao longo dos últimos anos; e às dificuldades operacionais e logísticas na margem equatorial. Por ser uma nova fronteira exploratória, com baixo conhecimento geológico, houve muitos atrasos no processo de licenciamento ambiental dos projetos de exploração na região.

Fonte: Portos e Navios

 

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