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O Órgão Público deve informar ao licitante sobre um indeferimento antes de registrar a restrição no SICAF?

Participamos de um processo licitatório em Dezembro e fomos convocados a apresentar a documentação via chat no prazo de 2 horas. Ocorre que quando o processo de envio estava em 52% o prazo esgotou e como consequência o chat foi fechado e os documentos de habilitação não enviados. Posteriormente recebemos uma notificação informando que por não termos atendido a convocação do pregoeiro seriamos penalizados conforme lei 8.666. Enviamos a defesa administrativa e não recebemos mais retorno a respeito do assunto. Ontem recebemos uma ligação de outro Órgão sobre um contrato que aguardava liberação do orçamento para assinatura sobre uma restrição no SICAF. Acessamos o SICAF e verificamos que a restrição tratava do indeferimento sobre a nossa defesa. Minha duvida é a seguinte: O Órgão licitante não deveria ter nos informado sobre o indeferimento ANTES de registrar a restrição no SICAF? Não teríamos direito a recurso ANTES do registro no SICAF?

Após ter o contrato assinado com o órgão público, uma empresa pode ser penalizada por ter uma certidão vencida?

Ganhamos uma concorrência Tomada de Preços e já assinamos o contrato. Ocorre que para emissão da Nota de Empenho estão pedindo a apresentação de todas as certidões, e nossa certidão da Receita Federal venceu e estou tentando refazer o parcelamento que demora alguns dias. Posso ser penalizado com a perda mesmo com o contrato assinado e publicado? 

No caso de um pregão onde há ME/EPP ela terá preferência na ordem de classificação?

Participei em um pregão onde o primeiro colocado foi desclassificado (preço inexequível) porque errou na hora de dar o lance e eu fiquei em 2º lugar com o valor de R$ 75.000,00, o 3º colocado também com o valor de R$75.000,00. Fomos considerados vencedores, mas o 3º colocado que é EPP está entrando com recurso, alegando o fato que está dentro dos 5% da margem de preferência.

Pergunto: posso ser desclassificado, a Lei Complementar 123 é valida só no caso do 1º e 2º ou prioriza todos, independente de quantos estejam nessa condição?

A empresa contratada pode requerer o reequilíbrio da equação econômico-financeira do contrato?

Temos algumas obras que vem sofrendo constantes atrasos de cronograma por culpa exclusiva da contratante. O projeto foi muito mal executado, sendo necessária constante revisão durante a execução, o que está gerando aditivos e supressões, bem como atraso na execução do objeto. Ainda, o órgão decidiu por suspender pagamento de hora extra para engenheiros fiscais e técnicos de segurança, de modo que nos informou haverá um período de recesso (não previsto em contrato ou informado anteriormente), durante o qual não poderemos trabalhar. Tais situações tem gerado grandes transtornos financeiros para nossa empresa. Entendemos que o equilíbrio-financeiro do contrato está sendo quebrado por tais fatores. Há algum mecanismo legal que proteja a Contratada desta situação? 

TCDF libera licitação para obra na pista do autódromo Nelson Piquet

17 de Janeiro de 2017 A concorrência pública para terminar a construção da pista do Autódromo Internacional Nelson Piquet foi retomada depois de ser suspensa pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). A licitação para concluir a obra, que está 40% pronta, será nesta sexta-feira (20/1). Os trabalhos incluem asfalto,

Seduc abre licitações para construção e reforma de cinco escolas

11 de Janeiro de 2017 A Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) abriu licitação, nas modalidades Concorrência Pública e Tomada de Preço, para selecionar propostas mais vantajosas para a construção e reforma de cinco unidades escolares em Mato Grosso. Além disso, estão publicados editais para a construção

Piracicaba cancela licitação de R$ 1,2 milhão para Hospital Regional

15 de Janeiro de 2017 Entregue em julho de 2016, o Hospital Regional de Piracicaba (SP) não pode começar a funcionar devido à falta de sistema de ar condicionado. A Prefeitura Municipal anulou o processo licitatório de compra de equipamentos para instalação dos aparelhos, com valor estimado em R$ 1,2

15 de Janeiro de 2017

Entregue em julho de 2016, o Hospital Regional de Piracicaba (SP) não pode começar a funcionar devido à falta de sistema de ar condicionado. A Prefeitura Municipal anulou o processo licitatório de compra de equipamentos para instalação dos aparelhos, com valor estimado em R$ 1,2 milhão. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município na última quinta-feira (12). Um novo edital deve ser republicado na quarta-feira (18) e, consequentemente, segue sem data a inauguração do complexo hospitalar.

Segundo nota da Secretaria Municipal de Saúde, a medida foi necessária com base na solicitação da Comissão Permanente de Abertura e Julgamento de Licitações, de acordo com as novas súmulas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). As mudanças foram publicadas no dia 15 de dezembro de 2016. Nessa data, o processo de licitação de Piracicaba já tinha sido aberto.

Em nota oficial, a Prefeitura alegou que o principal motivo da medida é para garantir transparência no certame. “Para que, no futuro, não se aponte restrições na competitividade entre as empresas interessadas”, ressaltou. “A iniciativa visa também tornar o processo licitatório ainda mais transparente e abrangente, evitando assim futuros questionamentos jurídicos”, disse no documento.

O texto informa que no “edital da Prefeitura não é aceita a participação de empresas que estejam em processo de recuperação judicial (falência). Porém, o TCE-SP, devido à forte crise econômica, em sua súmula, não impede que essas empresas participem, porque precisam de serviços para a sua recuperação”, especificou.

Outra decisão do TCE-SP, que não está no Edital, é a questão dos atestados ou vistos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. No texto original é obrigatório que as empresas participantes apresentem seus atestados ou vistos com chancela da entidade. A partir da nova súmula, o Tribunal passa a exigir somente da empresa vencedora.

Hospital

A obra do Hospital Regional teve investimento de R$ 700 milhões e era para ter sido entregue em 2012. No entanto, a obra só foi entregue no ano passado e até agora a unidade ainda não está em funcionamento.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho ainda não foi finalizado pela Prefeitura, porque o ar condicionado precisa de adequações. O hospital será administrado pelo governo do estado  e quando estiver pronto terá 126 leitos, realizará duas mil cirurgias de alta complexidade por mês e atenderá pacientes de 11 cidades da região.

 

Fonte: G1

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