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Posso participar de licitação de um órgão no qual tenho um parente trabalhando?

Iremos participar de uma licitação e na empresa um dos sócios é genro de um procurador do estado deste mesmo Órgão, porém não tem qualquer ligação a área de compras, licitação e nem mesmo a área que é objeto da Licitação. Nesse caso, teríamos algum problema em participar desta licitação por ter um parente no órgão? Se não tiver problema, tem alguma lei que nos ampare?

Não cumprimos com uma exigência do edital, mas fomos desclassificados por isso apenas dias depois de termos enviado os documentos. A Administração pode agir de tal forma?

Após etapa de lances, nossa empresa foi declarada vencedora e no mesmo dia enviamos todos os documentos por e-mail conforme pede o sistema eletrônico. No prazo correto enviamos a documentação física por correio, e só após três dias recebemos um documento nos desclassificando pois não atendemos um item do edital, o qual pedia que mandássemos atestados de fornecimento comprovando 50% da quantidade do material licitado, mandamos os atestados mas inferior a 50%, a pergunta é: essa argumentação/erro, não deveria ter sido feita na hora do recebimento dos documentos por e-mail?

Como agir diante de um concorrente que se diz MPE, para usufruir dos benefícios, mas é Ltda.?

Tentamos participar de um Convite porém era exclusivo para ME e não estamos enquadrados nessa situação. Ao acompanharmos o resultado, das 3 empresas participantes, notamos que uma das que apresentaram proposta não é ME ao consultarmos o CNPJ junto à JUCESP. Entendemos que a referida empresa se cadastrou no órgão Licitante como ME sendo uma empresa Ltda, agindo de forma inidônea. Como podemos agir nesse caso para que o processo seja impedido de continuar?

Câmara debate licitação para concessão de celular

O deputado Flavinho (PSB/SP) pretende apresentar nos próximos dias substitutivo de projeto de lei que prevê a abertura de licitação para a outorga de uma concessão de telefonia móvel. Segundo ele, a sua ideia não é estatizar o que já foi privatizado, mas melhorar um serviço que não atende à

A desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves Rodrigues cassou nesta terça-feira uma liminar que suspendia a licitação para contratação de cinco agências de publicidade pelo Gabinete de Comunicação Social do Governo do Estado. Desta forma, o Governo está apto para dar continuidade ao certame, que já está na reta final, e homologar os contratos com as empresas vencedoras.

A licitação prevê investimentos de R$ 70 milhões por ano em comunicação institucional do Governo. As agências que haviam sido selecionadas após várias etapas foram ZF Comunicação, FCS Comunicação, Nova SB, Soul Propaganda e Casa D’ideias.

Porém, a agência TIS Propaganda, com sede em Campo Grande, ingressou na Justiça para barrar a licitação. Em 1ª instância, a empresa conseguiu uma liminar do juiz Luis Aparecido Bertolucci para suspender o certame até julgamento do mérito.

Assim que notificado, o governo recorreu da decisão. A alegação é de que a liminar impedia a prestação de serviços de utilidade pública, ligados, por exemplo, a campanhas de saúde.

Em relação ao processo licitatório, o governo informou que ele ocorreu de forma transparente e dentro da legalidade. Destacou que os órgãos de controle como Tribunal de Contas e Ministério Público acompanharam o processo em sua totalidade.

A magistrada acatou as alegações do Estado. Antônia Siqueira apontou que, aparentemente, não vislumbrou qualquer irregularidade no processo licitatório destacando que houve a participação de 22 agências.

Ela ainda ressaltou a importância da divulgação dos serviços essenciais do Estado para a coletividade. Ela apontou que algumas divulgações, como a saúde, não podem, sequer, serem interrompidas. “O objeto visa justamente veicular matérias diametralmente emergenciais e essenciais, como é o caso da saúde pública, que pela sua própria natureza devem ser prestados de forma contínua e sem interrupções, como forma de garantir o (poder) dever da Administração Pública em dar acesso às informações institucionais, notadamente em relação a temas tão delicados e que corriqueiramente são holofotes televisivos”, disse.

 

Fonte: Folha Max

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