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Penalidades no Pregão Eletrônico

Participei de um pregão eletrônico, Fiquei em 4º lugar em preço, e os 3 primeiros foram desclassificados. Fui questionado se queria continuar e marquei sim. Enviei a proposta, pediram para eu corrigir mas não consegui enviar a tempo (por motivo técnico) e pularam para o 5º colocado, qual brigou com o 6º colocado por meio de recursos. Por fim o 5º colocado ganhou e foi homologado dia 11/06/2015. Assim como fizeram com as 3 primeiras propostas a situação do meu lance ficou como Recusado. Há algum risco de minha empresa ser penalizada? O que eu posso fazer para não ser penalizado?Pergunta se é possível que a empresa seja punida.

Exigências Técnicas no edital – Manutenção de equipamentos

Em uma licitação para manutenção de equipamentos médicos notei certo exagero nas solicitações do edital, tais como: Licença Ambiental emitida pelo município da empresa onde reside, Atestado de capacidade técnica para a prestação do referido serviço; prestado a pessoa jurídica de direito público ou privado, no caso de público contrato já executado com acompanhamento da referida ART (anotação de Responsabilidade Técnica), Certidão de registro e quitação de pessoa jurídica com vinculo do engenheiro eletricista responsável perante o CREA, Certidão de Regularidade do Responsável Técnico Farmacêutico Bioquímico, que comprove vinculo com a empresa licitante, Certidão de registro e quitação de pessoa física; onde consta responsabilidade técnica e vinculo com a empresa perante o CREA e :A empresa deverá fazer uma visita técnica IN LOCO para verificação dos equipamentos e endereços a todas as unidades e solicitar do responsável: Atestado de comprovação da referida visita técnica ates da assinatura do contrato.

Tomada de Preços: Irregularidades no acervo técnico

Participamos de uma Tomada de Preços, sendo que a empresa concorrente solicitou a desclassificação da nossa empresa alegando irregularidade no ACERVO TÉCNICO, e a comissão de licitação, suspendeu o processo sob alegação que precisaria de um apoio jurídico para a questão e que marcaria outra data para abertura das propostas de preço. Quatro dias depois, recebemos via e-mail a ata de abertura das propostas, sendo que tudo ocorreu sem nossa participação, e a nossa proposta ficou superior. No caso se não concordamos com a atitude da comissão de licitação, qual providencias poderemos adotar?

CRQ: Registro CREA

Participamos de uma licitação do e uma das empresas participantes, criticou o CRQ da nossa empresa (registro CREA) o qual estava desatualizado, ocasionando nossa inabilitação no pregão. Então, corri no CREA e no mesmo dia da licitação, consegui atualizar nosso CRQ. Minha dúvida: Podemos ser desclassificados por um motivo assim, sendo que não está mencionado no edital?

Teresina terá primeira Pista Olímpica de Bicicross do Nordeste

Teresina se destaca como a única capital do Nordeste com uma Pista Olímpica de Bicicross BMX. Ela será construída na Avenida General João Campelo R. Lima, no bairro Gurupi, zona Sudeste da capital.   Esta ação valorizará ainda mais o esporte, que já é praticado no Piauí e tem destaque

A CPI dos Transportes decidiu por unanimidade, na reunião de ontem (18), reconvocar para depor na próxima quinta-feira (25) o ex-presidente da Comissão de Licitação que atuou no processo de renovação da frota de ônibus coletivo, Galeno Furtado. Este mais uma vez não compareceu hoje à Câmara Legislativa para depor sobre denúncias de irregularidades na contratação das empresas – objeto daquela CPI. Também o ex-diretor do DF, Marco Antônio Campanella, teve a convocação para depor aprovada, sem data definida.

 

A CPI também marcou para a quinta-feira os depoimentos do ex-secretário de Transportes, José Walter Vazquez, além de outros dois servidores da Comissão de Licitação e de dois procuradores que atuaram na licitação. O primeiro depoimento previsto é o de Galeno, a partir das 9h. O secretário, na condição de “convidado”, deve depor à tarde.

 

Segundo informou o presidente da CPI, Bispo Renato Andrade (PR), o servidor cedido no governo Agnelo à Prefeitura de Alexânia (GO) – apresentou por meio de advogado cópias de passagens aéreas comprovando que está fora do País, só retornando hoje. “Ele está de férias até o dia 27. Mas não vamos atrelar a agenda da CPI às conveniências do Sr. Galeno. Se ele não vier na próxima reunião, vamos trazê-lo coercitivamente, como previsto em lei”, anunciou o distrital.

 

A presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT), compareceu à CPI e reforçou a necessidade de o ex-presidente da Comissão de Licitação ser reconvocado, com urgência. “Ano passado ele apresentou dois atestados médicos para se esquivar de depor. Depois disso, acabou cedido pelo governo para atuar na Prefeitura de Alexânia, o que é muito estranho e precisa ser apurado”, defendeu.

 

O deputado Ricardo Valle (PT), membro da CPI, disse que a cessão do servidor foi estritamente legal. “A lei que permite isso foi aprovada no governo Roriz”, afirmou. Depois dessa polêmica, distritais decidiram pedir informações oficiais ao GDF sobre a situação funcional de Galeno.

 

“Engodo” – O atual gestor do contrato da renovação da frota de ônibus, o subsecretário de Fiscalização, Auditoria e Controle da Secretaria de Mobilidade, Fernando Luís Pires, depôs na manhã de hoje na CPI, ressaltando que o Estado enfrenta muitas dificuldades para acompanhar a operação do sistema com precisão. Pires enfatizou que a Secretaria criou grupo de trabalho para propor medidas que possibilitem maior eficiência na fiscalização, permitindo assim a punição das empresas que desrespeitam as normas do contrato.

 

O subsecretário negou que saiba de qualquer irregularidade na licitação, explicando que atua apenas na área técnica de fiscalização. Ele criticou a atuação de Campanella no DFTrans enfatizando que durante sua gestão havia muitos “entraves” para que os fiscais pudessem multar ônibus irregulares, em suas operações.

 

Diante do relato do subsecretário de que a licitação feita no governo passado reduziu a frota de ônibus e ainda não trouxe melhorias concretas para o sistema do transporte coletivo, o presidente da CPI comentou que aquele processo poderia ser considerado “um engodo”. O subsecretário ponderou que, do ponto de vista da segurança dos passageiros, houve avanços, pois a frota antiga oferecia muitos riscos, possuindo veículos com mais de 20 anos em operação.

 

(Fonte: Câmara Legislativa do Distrito Federal)

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