Em um pregão foi delimitado taxa de administração entre 0,00% e 1,50%, deixando claro a impossibilidade de apresentar proposta com taxa negativa. Durante abertura das propostas, todas as empresas participantes apresentaram propostas com 0,00%, inclusive uma única empresa de pequeno porte. O pregoeiro entendeu que não existe o beneficio à micro empresa, pois teriam que apresentar proposta inferior aos demais, pois como citado anteriormente o edital não aceitava taxa negativa. Nesse caso infelizmente não manifestamos nosso interesse de recurso. Desta forma, existe a possibilidade de reverter o quadro?
Tenho um contrato que no segundo ano recebeu um acréscimo de serviços, que totalizou 22% no valor mensal, e depois já houve reajustes anuais, conforme contrato Para novo acréscimo de serviço, o mesmo só poderá ocorrer em mais 3%, para atingir o limite de 25% ou pode ser mais que isso uma vez que o primeiro acréscimo ocorreu há 2 anos?
O empresário Gustavo Sisto vai comandar a Expô Fernandópolis por um periodo de 10 anos. A abertura do envelope da proprosta aconteceu na manhã desta quinta-feira, dia 6. A empresa GM Sisto, que pertence ao empresário, apresentou proposta no valor de 200.142,50, quatro vezes mais do que o edital pedia.
Em função das más condições da via, primeira fase das intervenções será feita sem licitação e deve ser finalizada em um ano. Previsão de orçamento é de R$ 13 milhões As obras de melhoria da RJ-100, anunciadas no ano passado pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca,
Estado do Rio terá nove cidades contempladas, sendo dois aeroportos novos, em Volta Redonda e Nova Friburgo
O governo espera realizar ainda no primeiro semestre deste ano as licitações dos primeiros dois blocos de arrendamentos de áreas em portos existentes, incluindo Santos (SP), Paranaguá (PR) e Salvador (BA), disse à agência de notícias Reuters o ministro da Secretaria Especial de Portos, Antonio Henrique Pinheiro Silveira.
A licitação do primeiro bloco, que inclui 29 áreas no Porto de Santos e em portos do Pará, deveria ter ocorrido no ano passado, mas, como o Tribunal de Contas da União (TCU) estabeleceu 19 condições para autorizar o processo, o cronograma acabou sendo alterado.
O governo atendeu 15 dessas recomendações, mas recorreu contra quatro delas, entre as quais uma que barrava todo o processo até que todas as dúvidas, ainda que relativas a áreas específicas, fossem sanadas. O TCU ainda não estabeleceu uma data para julgar os recursos do governo, mas o ministro está otimista quanto à liberação dos editais. “Sem dúvidas temos todas as possibilidades de iniciar as licitações no primeiro semestre de este ano. Uma vez tendo um parecer positivo, imediatamente podemos publicar os editais para esse primeiro bloco”, disse.
Silveira disse que sua expectativa é publicar os editais do primeiro bloco no fim de fevereiro e começar a fazer as licitações no início de abril. O segundo bloco de arrendamentos envolve um total de 39 áreas nos portos de São Sebastião (SP), Salvador (BA), Aratu (BA) e Paranaguá (PR). O ministro disse que este segundo pacote de licitações já vai incoprporar recomendações feitas pelo TCU no primeiro lote, para facilitar o trâmite.
“Em meados de fevereiro, o bloco 2 deve ir para a consulta pública”, afirmou.
Somente no primeiro bloco de licitações o governo estima que serão feitos investimentos de R$ 5,7 bilhões, dos quais R$ 1,7 bilhão em Santos e os R$ 4 bilhões restantes nos portos paraenses (Vila do Conde, Santarém, Belém, Miramar e Outeiro). Sem falar em números, o ministro disse que há “bastante interesse” pelos arrendamentos dos dois primeiros lotes. “O Porto de Santos naturalmente tem muito interessado. Importantes empresas estrangeiras expressam vontade de entrar no negócio no Brasil, várias que já estão instaladas dizem que vão participar.”
Ao todo, o governo quer licitar este ano 159 áreas em quatro blocos.
Um dos focos da política de logística do governo é estimular o uso de alternativas aos portos de Santos e Paranaguá para o escoamento de grãos, princialmente por meio dos portos da região Norte do país. “Nos próximos quatro ou cinco anos, a perspectiva é que pelo menos 15 milhões de toneladas sejam escoadas pelo Norte”, disse. Segundo ele, este ano os embarques nos portos da região Norte devem ser de no máximo 5 milhões de toneladas.
(Fonte: Tribuna do norte)