No devido edital consta a informação no campo observação que a empresa que irá participar deve ter representação no estado do Ceara, para fins de necessidade de manutenção ou suporte técnico, sendo assim, nossa empresa não possui representação no estado do Ceara, logo não podemos concorrer à licitação ou devemos
O item que informa sobre a habilitação faz exigências muito “básicas” sobre a documentação, sendo mais específico, no que tange a apresentação de atestado de capacidade técnica. Porém, quando analisamos o termo de referência pra saber o detalhamento do produto a ser oferecido, o mesmo termo faz exigências sobre como
Bem, estamos interessados em participar de uma licitação, mas a entidade está exigindo que sejamos registrados no CREA ou que tenhamos profissional registrado no quadro permanente de funcionários. Somos indústria de esquadria de alumínio, forneceríamos as esquadrias da licitação com a instalação. Eles podem exigir isso? O edital deve estar
Participamos de um Pregão onde a empresa vencedora não apresentou a Planilha de Produtividade para comprovar o valor do m² utilizado para compor sua Proposta. Nos manifestamos com intenção de recurso. Estamos corretos? Se a exigência de apresentar “planilha de produtividade” fazia parte do edital, sim, sua manifestação está correta.
A Medida Provisória nº 781, de 23 de maio de 2017, dispôs sobre a contratação de mão de obra oriunda ou egressa do sistema prisional. Essa MP foi convertida na Lei nº 13.500 de 26 de outubro de 2017, a qual inseriu na Lei nº 8.666/93: “A Administração Pública poderá,
Nome: Gabrielle Beliato Cardoso Mensagem: Segue anexo curriculum vitae Curriculum-Gabrielle-Beliato-Cardoso
Nome: Cristina Siqueli Mensagem: Experiência nas áreas de Licitações, Administrativa e Vendas/Comercial, em especial de empresas dos setores de Alimentação/Cartões de Benefícios, Eventos, Construção Civil e Médico Hospitalar. Intermediação da área Comercial com Compliance em processos Licitatórios Públicos e Privados. Profissional com capacidade analítica, flexibilidade, adaptação, pró ativa, comunicativa, habilidosa no
Nome: Diego Ribeiro Rozzatti Bomtorin Mensagem: Sólidos conhecimentos em gestão administrativa e orçamentária; Experiência em liderança de equipe; Competência na estruturação de processos sistêmicos; Desenvoltura na condução de projetos; Visão estratégica de negócio e avaliação de cenários para identificar riscos e oportunidades; Foco em resultados sustentáveis e planejamento estratégico; Competência
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Medida Provisória dispõe sobre a constituição de fundos patrimoniais com o objetivo de arrecadar, gerir e destinar doações de pessoas físicas e jurídicas privadas
12 de Setembro de 2018 A inserção em diários oficiais de dados das licitações brasileiras e contratos de empreiteiras com o poder público não impediu o desenvolvimento do esquema de corrupção deflagrado na Operação Lava Jato. Apesar de públicas, as informações muitas vezes não são acessíveis – por estarem descentralizadas, com linguajar
12 de Setembro de 2018
A inserção em diários oficiais de dados das licitações brasileiras e contratos de empreiteiras com o poder público não impediu o desenvolvimento do esquema de corrupção deflagrado na Operação Lava Jato. Apesar de públicas, as informações muitas vezes não são acessíveis – por estarem descentralizadas, com linguajar extremamente técnico, ou de difícil acesso pelo público em geral. É esse um dos pontos que o “Instituto Observ” pretende mudar ao criar uma plataforma online, aberta, que concentre os documentos das licitações de obras, traduza os requisitos do projeto e monitore os editais públicos. O projeto brasileiro teve sua primeira apresentação pública em Washington nesta terça-feira, 11, e conseguiu a atenção de americanos.
Até então, as apresentações eram reservadas a convidados. Em uma sala que acomodaria 30 pessoas no Brazil Institute do think tank Wilson Center, cerca de 50 curiosos acompanharam a apresentação. O projeto é tocado pelo Instituto Ethos, a empresa de tecnologia JusBrasil, a consultoria de estratégia global Albright Stonebridge Group e o escritório de advocacia Barros Pimentel, que pretendem criar até novembro o instituto como uma Organização da Sociedade Civil. A ideia é disseminar conteúdo sobre as licitações e estimular o engajamento da sociedade para melhorar as práticas atuais, combater a corrupção e buscar qualidade em licitações públicas
A ideia começou a ser gestada dentro da Odebrecht, obrigada a pagar quase R$ 7 bi a autoridades públicas em um acordo de leniência. Foto: Andre Penner / AP
A ideia começou a ser gestada dentro da Odebrecht, a gigante do setor que foi obrigada a pagar quase R$ 7 bilhões a autoridades públicas em um acordo de leniência depois do descobrimento do esquema de pagamento de propinas. O engajamento em projetos de combate à corrupção é uma das obrigações que a empreiteira se impôs como condições da leniência. Mas essa não é a única motivação da empresa. A empreiteira tem considerado que ao aderir a programas de compliance e fiscalização de suas atividades está em desvantagem competitiva no mercado em comparação com outras construtoras que não foram o foco de escândalos e, portanto, teriam mais facilidade em continuar a adotar práticas ilícitas. Por isso, a ideia é que a régua suba para todo o setor, combatendo a corrupção nas licitações.
Ao mesmo tempo, há um dilema na participação da construtora no projeto. A marca Odebrecht abre portas para contatos dentro e fora do País, mas também afugenta alguns investidores que têm receio de se envolver em projetos com a empresa.
As instituições à frente do projeto estabeleceram que a Odebrecht – e qualquer outra que atue no mercado e queira ajudar o Observ – não terá direito a voto no instituto. A ideia é garantir a independência da entidade.
A plateia em Washington foi formada por americanos ligados a instituições como Banco Mundial, entidades de combate à corrupção, jornalistas dos Estados Unidos e possíveis investidores, além de um grupo de brasileiros ligados a think-tanks na capital americana. Alguns manifestaram vontade de se engajar no projeto. Foi o caso da diretora do programa anti-corrupção da American University e ex-presidente da Transparência Internacional USA, Nancy Boswell. “O uso da tecnologia será realmente transformador”, disse, ao oferecer ajuda aos brasileiros.
O grupo terá reuniões no Banco Mundial, na Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em empresas e fundações, entre Washington e Nova York nessa semana. Além de representantes de todas as instituições envolvidas, dois diretores da Odebrecht acompanham as reuniões. Em Washington, no entanto, não fizeram apresentações ao público.
O objetivo das conversas nos EUA é levantar dinheiro para o projeto que deve custar R$ 10 milhões ao ano e pretende ser lançado em novembro. Até agora, fundações com verba para investir em combate à corrupção e empresas de diversos setores, como seguradoras, demonstraram interesse em financiar o projeto.
Aos americanos, Caio Farah Rodrigues, sócio do Barros Pimentel e responsável pela negociação da leniência da Odebrecht, afirmou que os pilares do instituto são monitoramento, independência e transparência completa, baseado em tecnologia.
A plataforma online vai usar inteligência artificial para coletar todos os dados de licitações disponíveis, organizá-los e permitir e fazer o cruzamento em diferentes camadas – por região, por valor de projeto, por exemplo. Como é aberto, o portal será um grande banco de dados para sociedade civil e imprensa, por exemplo, checarem informações atualmente esparsas. A reunião das informações e o uso de robôs para análise também permite identificar padrões que só são visíveis com uma massa de dados disponível, como o revezamento em empresas para ganhar licitações em um mesmo município.
Além disso, uma amostra de documentos sorteada vai ser analisada para monitoramento de aspectos da licitação. O sorteio vai usar blockchain – para garantir a análise aleatória. A iniciativa começa com foco nas licitações do setor de construção, mas pode ser ampliada para outras áreas se bem sucedida.
“Você tira o controle da informação dos agentes públicos e isso muda completamente a dinâmica social de um município”, afirma Ricardo Young, presidente do conselho deliberativo do Instituto Ethos.
A ideia é, em 2019, conter os dados de 100% dos anúncios de licitação e 42% dos editais, o que o grupo estima corresponder a 80% dos valores envolvidos. “As ideias não são suficientes para a mudança, mas elas são necessárias para a mudança”, afirmou Rodrigues, ao defender o engajamento coletivo de diferentes setores da sociedade.
Fonte: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,nova-plataforma-quer-dar-transparencia-a-licitacoes,70002498095