RHS Licitações

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O que fazer no caso do edital dificultar a competitividade?

Queremos participar de uma licitação, porém a prefeitura está solicitando PEÇAS GENUINAS , o que dificulta a competitividade, porque apenas uma empresa vende esse produto. O que posso fazer nesse caso? A empresa poderá interpor uma impugnação ao edital argumentando que (1) a exigência técnica é excessiva e desnecessária, (2)

É válido um atestado de capacidade técnica sem firma reconhecida?

É correto aceitar Atestado de capacidade técnica emitido por empresa privada e sem ter firma reconhecida da assinatura de quem assinou esse atestado? A exigência de firma reconhecida e de cópia autenticada está fadada a extinção, porquanto acaba por impor um ônus muito grande aos licitantes. Dessa forma, há várias

É necessário anexar o contrato social para impugnar um edital?

Entrei com um pedido de impugnação de um edital e o mesmo foi NEGADO SEGMENTO por eu não ter anexado o contrato social, como era exigido no edital. Isso tá correto? A exigência de contrato social como requisito de admissibilidade de impugnação ao edital é excesso de formalismo. No caso,

Uma proposta pode ser aceita se não apresentar marca do produto?

Em uma licitação uma das concorrentes apresentou proposta comercial sem mencionar marcas dos produtos. Ao questionar o pregoeiro, este me informou que a referida proposta seria aceita pois se buscava o menor preço, mesmo tendo outras licitantes participando do processo. Existe base legal para que se aceitem propostas sem apresentação

Licitações e Treinamentos

Nome: Gislany Ferreira. Mensagem: Ministro treinamentos nas áreas de Licitação, Formação de Pregoeiro e membro da equipe de apoio, Capacitação, Elaboração de Edital, dentre outros. CV Gislany Ferreira

Com ação do TCE, 3 municípios revogam licitações para medicamentos

11 de Junho de 2018 Três municípios paranaenses revogaram licitações para a compra de medicamentos nas últimas semanas, depois que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) constatou irregularidades nos certames. Os editais de pregão cancelados haviam sido lançados pelas prefeituras de Nova Cantu (Centro-Oeste), Rosário do Ivaí

13 de Junho de 2018

Em uma operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (13) nas regiões Central e Metropolitana, a Polícia Civil cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 44 de busca, apreensão e bloqueio de ativos contra um esquema de fraudes em licitações estruturado dentro da prefeitura de Agudo, a 64 quilômetros de Santa Maria. O vice-prefeito Moises Kilian (MDB) e mais seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento nas irregularidades.

Também são investigados assessores e motoristas, além de empresários do ramo de máquinas e peças contratados pelo município de Agudo mediante dispensa de licitação. Segundo a Polícia Civil, ainda foram presos preventivamente Luciana da Silva, do Setor de Licitações da Prefeitura, José Luiz Rocha da Silva, servidor afastado por fraudes em concursos, e Gilberto Flávio Streck, motorista do Executivo municipal. Além deles, foram presas outras três pessoas em flagrante por porte ilegal de arma de fogo — duas em Agudo e uma na Capital. Os nomes não foram divulgados.

O advogado Áureo Muller, que representa Kilian, informou que foram surpreendidos com a prisão do vice-prefeito. Disse que ainda está tomando conhecimento dos fatos e busca informações sobre o mandado de prisão para se pronunciar. Defensor de Luciana, Arlei Steiger afirmou que ainda não teve acesso ao processo. Segundo o advogado, a servidora “nem tem ideia pelo que está sendo acusada” e prestará todos os esclarecimentos necessários. GaúchaZH busca contato com advogados dos demais envolvidos.

A prefeitura de Agudo divulgou uma nota informando que houve busca e apreensão de documentos no prédio da administração municipal. No texto, o prefeito Valério Vili Trebien (MDB) disse que está à disposição da Justiça e da Polícia Civil “fornecendo os documentos requisitados e colaborando com as investigações”.

De acordo com a investigação, o prejuízo estimado pode chegar a R$ 1,1 milhão, considerando apenas os anos de 2015 e 2016, conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado.  A operação, batizada de Fogo Fátuo, tem o objetivo de reprimir os crimes de corrupção ativa e passiva, peculato (quando envolve subtração ou desvio de verba pública por parte de servidores), fraudes licitatórias, organização criminosa e lavagem de capitais.

Entre os bens apreendidos, estão documentos relacionados às dispensas de licitação e contratos administrativos pactuados entre a Prefeitura de Agudo e empresas do ramo de peças e maquinários, notas de empenho e fiscais, agendas, anotações e telefones celulares dos principais investigados, além de possíveis objetos de origem ilícita, como armas de fogo.

Investigação ocorre há um ano

A investigação vem sendo feita há um ano pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária (Deat) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O delegado Max Ritter, um dos responsáveis pelo caso, afirma que a organização criminosa é suspeita de fraudar procedimentos licitatórios por meio da possível combinação de valores e do fracionamento das compras.

O grupo buscava aparentar legalidade. Além disso, em conluio com empresários previamente escolhidos, solicitava notas fiscais com valores superfaturados, abrindo caminho para desvios de recursos públicos. O delegado André Anicet, também responsável pela investigação, ressalta que a operação teve por finalidade a prisão dos principais alvos, a apreensão de documentos, o sequestro de bens e a verificação da participação de outros agentes públicos.

— Em relação ao patrimônio adquirido pelos investigados, são nove ordens de indisponibilidade de bens, como o bloqueio de contas, apreensão de veículos e imóveis — conta Anicet.

Os 35 mandados judiciais de busca, as nove ordens judiciais de bloqueio de ativos e os quatro mandados de prisão foram cumpridos nas cidades de Agudo, Santa Maria e Cachoeira do Sul, na Região Central, além de outros em Canoas e em Porto Alegre, na Região Metropolitana. A operação contou com 182 policiais civis.

Fonte: Gaucha ZH

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