RHS Licitações

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Acervo técnico: o que é e qual a sua função nas licitações?

  O acervo técnico é um valor para qualquer empresa que participe de licitações. É algo que se constrói (coleciona) aos poucos – algumas empresas ganham licitação com preço deficitário apenas para garantir o atestado de que precisam para participar de uma licitação maior. As empresas começam com um ou

Autenticação de documentos em licitações

Participamos de um processo licitatório, em um município e no momento de autenticação dos documentos pelo servidor do departamento de licitações, fomos informados que não seria possível autenticação de documentos que não sejam originais. Tem fundamento legal da exigência solicitada por este órgão? Se sim qual a lei e o artigo?

Importante o texto abaixo foi extraído do edital publicado:

Os proponentes interessados na autenticação das cópias pelo servidor Municipal, deverão comparecer ao Departamento de Compras, antes do início da sessão de abertura da licitação, pois, em hipótese alguma serão autenticadas durante a realização do certame. Somente será efetuada autenticação mediante a apresentação do documento original.

Atraso de pagamento e suspensão da execução do contrato

Havendo dois contratos administrativos em vigência, sendo que apenas em um deles há atraso de pagamento superior a 90 dias, autorizaria o contratado a suspender a execução do outro contrato que se encontra com seus pagamentos rigorosamente adimplidos?

Atraso nos pagamentos. O que fazer?

1) Após a emissão da Nota Fiscal qual o prazo para a administração pública realizar o pagamento?

2) Solicitamos constantemente um posicionamento (via e-mail) sobre os pagamentos em atraso e não temos obtido retorno. O Consórcio pode propor aos municípios o parcelamento sem nos consultar previamente?

3) Podemos optar pela suspensão dos serviços até que o pagamento seja regularizado? Neste caso a suspensão deve ser apenas aos municípios com o pagamento em atraso ou ao contrato inteiro, uma vez que o contrato é com o Consórcio? Se fizermos isto corremos o risco do contrato ser cancelado? Podemos suspender o serviço sem danos à empresa (caso algum paciente venha a óbito pela suspensão do serviço)?

4) Por se tratar de um serviço essencial à população e o município não ter como ficar sem este serviço terão que contratar outra empresa, como ficaria neste caso se já existe uma licitação para o serviço? Seria contratação emergencial? Poderiam pagar para esta outra empresa e deixar de nos pagar?

5) Existe alguma garantia de recebimento?

SLU reabre pregão para contratar limpeza para sete regiões do DF

  O SLU reabriu o pregão eletrônico para contratar empresa especializada para atuar em sete regiões administrativas do Distrito Federal: Águas Claras, Ceilândia, Estrutural, Park Way, Riacho Fundo I, Taguatinga e Vicente Pires. O acordo também prevê a operação e a manutenção da Usina de Triagem e Compostagem de Ceilândia

Justiça manda prefeitura ressarcir consórcio por redução na tarifa

  A prefeitura da Capital terá de indenizar o consórcio Via Leste em R$ 0,50 por cada passageiro transportado a partir desta terça-feira, conforme liminar emitida na noite de segunda pela 1ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central. A Via Leste havia entrado com ação contra a prefeitura na

Novo edital de licitação de Itaquitinga seguirá para o TCE nesta semana

  O edital de licitação para retomar as obras do Complexo Prisional de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que estão paralisadas desde 2012, será encaminhado para o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) ainda nesta semana. Após ser elaborado e aprovado pela Procuradoria Geral do

 

O edital de licitação para retomar as obras do Complexo Prisional de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que estão paralisadas desde 2012, será encaminhado para o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) ainda nesta semana. Após ser elaborado e aprovado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), o documento seguirá para conhecimento do Conselho do TCE-PE, a última etapa antes de ser publicado para que as empresas possam concorrer para a realização das obras físicas.

O contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com a Sociedade de Propósito Específico (SPE) Reintegra Brasil S.A., formada pelas empresas Advance e Socializa, responsáveis pela execução das obras e da operação do centro por 30 anos, foi rompido pelo governo do estado nesta quarta-feira (16), com a publicação do decreto de caducidade do contrato no Diário Oficial de Pernambuco.

O procurador-geral do Estado, Antônio César Caúla Reis, explica o que motivou o governo  a romper a PPP. “Realizamos um estudo técnico que verificou o abandono das obras, a incapacidade econômico-financeira de conclusão pelo consórcio e desconformidades técnicas com o projeto inicial, o que caracteriza descumprimento do contrato e possibilita o seu rompimento”, ressalta.

A possibilidade de o consórcio recorrer à Justiça do rompimento do contrato de PPP não preocupa o Governo do Estado. “O procedimento de caducidade observou com muita cautela os requisitos da legislação específica. Foi feito um levantamento muito cuidadoso das condições das obras e das desconformidades em relação ao projeto inicial de modo que, se o consórcio recorrer a juiz, o Estado está muito tranquilo em relação ao procedimento que foi observado”, afirma Antônio César Caúla.

Com o rompimento da PPP, será priorizada a construção da primeira das cinco unidades do complexo prisional que já tiveram a construção iniciada. A Unidade de Regime Semiaberto 1 (URSA 1) ganhará mais 400 vagas, aumentando de  600 para 1.000. O custo estimado para a conclusão desse setor do complexo, que tem 60% de trabalhos concluídos, é de aproximadamente R$ 16 milhões.

Segundo o procurador-geral do Estado, não necessariamente será feita uma nova PPP. “O Estado fará uma licitação simples para conclusão do primeiro pavilhão e a questão da administração da unidade será definida em um momento posterior”, conta Antônio César Caúla.

De acordo com o procurador-geral do Estado, não há um prazo para a conclusão do primeiro pavilhão. “O edital deve ser lançado automaticamente e não deve ser uma obra demorada, pois deverão ser feitas adaptações e correções das inconformidades verificadas no estudo”, complementa.

Para Antônio César Caúla, não há qualquer relação entre esse rompimento da PPP do presídio de Itaquitinga com a rescisão do contrato de concessão da Arena Pernambuco, administrada pela Arena Pernambuco Negócios e Participações, consórcio liderado pela Odebrecht, feita pelo governo no dia 4 de março. “São situações muito diferentes. No caso de Itaquitinga, a obra não chegou a ser concluída. Já no caso da PPP da Arena Pernambuco, a questão é da viabilidade financeira da exploração do equipamento, que já foi construído e entregue”, argumenta o procurador-geral.

Outro lado: De acordo com o sócio-diretor da Advance, Eduardo Fialho, a empresa nunca faliu. Segundo ele, foi o governo do estado que não cumpriu com o acordado nos contratos, além de ter sido o responsável pela introdução da empresa sucessora, a DAG. “Não é que a parceria não deu certo. Nós começamos a fazer parte da obra. O governo tinha um compromisso com a infraestrutura – água, energia e estradas – e não cumpriu, mas nós seguimos com a obra mesmo assim”, explicou.

Fialho acrescentou que conseguiu a verba necessária para tocar a obra, mas o governo não voltou atrás. “Ao final de 2012, eu consegui um financiamento no Banco do Nordeste (BNB) no valor de R$ 60 milhões e o estado de Pernambuco não anuiu. Em 2013, nossa situação finaceira era avaliada como A-, ou seja, sólida”, questionou. Os representantes da Socializa Empreendimentos e Serviços de Manutenção Ltda., outra empresa do antigo consórcio alijado do processo, ainda não foram localizados.

 

(Fonte: o Globo)

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