RHS Licitações

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Transparência a todas as licitações

Já está funcionando o link Licitações no site da Secretaria de Estado da Saúde Pública que dá transparência a todas as licitações realizadas desde 2012 pela Comissão Permanente de Licitação da Sesap. 

Acréscimo ou Supressão de até 25%

Somos obrigados a atender os 25% a mais quando solicitado pelo órgão, sendo que estava previsto em edital a supressão ou supressão de quantidades? Caso eu não tenha o produto para atender posso justificar?

Matriz e Filial: Alteração no Endereço

Nossa empresa (MATRIZ) está situada hoje na Capital de SP, em breve estaremos de mudança para o interior onde temporariamente será nossa Filial. Como a fábrica continuará instalada no endereço da Matriz iremos faturar pela Matriz e pela Filial, dependendo do produto. Nossa dúvida é sobre vários contratos que temos com órgãos públicos, como devemos proceder? Poderemos faturar para eles com o CNPJ da filial?

Critério menor preço por item

Estou participando de um pregão cujo tipo é MENOR PREÇO POR ITEM. Podemos concorrer somente em um deles? Temos que ofertar preços para todos os itens, ou podemos deixar “zerado” o item que não iremos participar? O que devemos colocar no valor total da proposta?

Prazo da Publicação

Quando uma licitação é suspensa, para análise de impugnações, a publicação contendo nova data de abertura pode ser de um dia para o outro? Não se faz necessário a devolução do prazo de abertura no caso do Pregão?

Decreto n° 59.272, de 7 de junho de 2013 | Estado de São Paulo

Aprova o Regulamento da permissão dos serviços de transporte coletivo intermunicipal na Área 5 da Região Metropolitana de São Paulo 5 e revoga o Decreto nº 56.510, de 10 de dezembro de 2010 GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a

Decreto da PCR unifica licitações

Adotação das compras corporativas visa conseguir melhor preços em produtos, mas não tira autonomia das secretarias de opinarem nas escolhas   A Prefeitura do Recife (PCR) publicou no Diário Oficial na última terça-feira (4), o decreto 27.137/2013, que implementa o sistema de compras corporativas no âmbito da gestão municipal. Na

 


Os critérios de concorrência nas licitações públicas precisam ser revistos para estimular a sustentabilidade na construção civil, e o menor preço deve ser um dos parâmetros, mas não o único. A opinião é do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. Ele participou nesta quarta-feira (5) de debate sobre o papel das construtoras na sustentabilidade.

 

“O governo tem que mudar seu processo de compra. A compra tem um peso muito grande na obra e da forma como está colocada não dá nenhum estímulo à introdução de critérios sustentabilidade”, disse Safady. Para o ele, o modelo atual inibe a inovação. “O preço deve ser um parâmetro, não um teto”, completou.

 

Simão explica que mudanças nas regras para as compras do governo têm o potencial de estimular o desenvolvimento de produtos novos e mais econômicos. Eles podem ser encomendados em larga escala, o que acaba beneficiando o consumidor. Este ambiente colabora para promover a concorrência entre as empresas e o menor preços para as famílias.

 

Segundo o presidente da CBIC, mesmo custando mais caro, o governo e o consumidor devem avaliar os benefícios de longo prazo. “Pode ser que custe mais caro agora, mas isso deve ser analisado por toda vida útil do empreendimento. Uma casa com sistema de água e energia racional, paga mais atualmente, mas terá contas reduzidas a vida inteira”, disse.

 

Ao concordar com a necessidade de o governo investir em práticas que reflitam em menos impacto para o meio ambiente,

a secretaria de Articulação Institucional e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, disse que os critérios de sustentabilidade estão “entrando nos protocolos da construção civil. “É um processo, é aos poucos”, afirmou.

O problema nas licitações públicas também está sendo apreciado no âmbito do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão da Presidência da República, presidido pelo empresário do ramo do aço, Jorge Gerdau. Segundo Paulo Safady, foram escolhidas 15 prioridades de uma lista de 40 fatores que elevam os custos das construções do Programa Minha Casa, Minha Vida. Entre elas, cartórios, tributos, juros e obsoletos códigos de obras e padrões técnicos.

 

Na avaliação de Paulo Simão, o ambiente de negócios no Brasil é impróprio. “O construtor tem que ter lucro. É a concorrência que vai definir a taxa de retorno ser maior ou menor. O pessoal está preocupado com o lucro do construtor, quando deveria estar preocupado com a maneira de construir, com as regras”, criticou.

 

A necessidade de revisão dos currículos de engenharia e arquitetura também foi uma das questões apontadas no debate sobre sustentabilidade na construção civil. Para o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) Siegbert Zanettini, o currículo de ambos os cursos devem andar juntos, para permitir troca de conteúdo.

 

(Fonte: DCI)

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